Desde sua fundação em 1939, como monopolista, sob a denominação de Instituto de Resseguros do Brasil, a Companhia tem passado por diversos ciclos econômicos e por todas as etapas do desenvolvimento do mercado de resseguros brasileiro, até a abertura do mercado em 2007, quando houve o consequente aumento da concorrência no setor. Neste período, a Companhia construiu uma base de dados histórica do mercado brasileiro, o que lhe possibilita, com a aplicação de seus modelos atuariais e plataforma de tecnologia avançada, decisões com adequado nível de segurança em termos de subscrição, melhor precificação dos riscos que ressegura e uma política eficaz de retrocessão de riscos. A Companhia figura entre as 50 maiores resseguradoras do mundo em termos de prêmios emitidos, de acordo com ranking divulgado pela AM Best em setembro de 2016 (Best’s Special Report – Global Reinsurance) e tem como meta crescer internacionalmente com foco na América Latina.
Nos últimos três anos, a Companhia apresentou histórico de crescimento de receita e aumento de rentabilidade, ao mesmo tempo em que manteve sua solidez financeira e amplos níveis de solvência.
No período entre 2014 e 2016, a receita da Companhia cresceu a uma taxa composta média3 (“CAGR”) de 23,9%, e seu lucro líquido recorrente cresceu a um CAGR de 48,0%, tendo mantido ao longo de todo este período uma nota de risco A- pela AM Best, agência de rating da indústria de seguros e resseguros.
Autor: Tetzner
Ações x FIIs: quem vence ?
O amigo Rodrigo divulgou um novo Estudo com Simulações de rentabilidades comparando FIIs x Ações; tem dúvida sobre qual é o melhor?
“O Yield anual em relação à soma dos aportes, isto é, o rendimento anual em relação ao que saiu do bolso do investidor, foi de 23,02% a.a. para os FIIs e 12,39% a.a para as Ações ao final da simulação.”
Leia mais em: https://tetzneremacao.wordpress.com/estudos-e-simulacoes
Carteira e Diversificação
Os fantasmas dos planos Bresser e Collor ainda fazendo vítimas até os dias de hoje.
Só no pregão de ontem, as quedas foram: BBAS -7,25% BBDC -2,5% e ITAU -2,1%.
Mas os bancos ainda não terão que desembolsar os R$ 341 Bilhões, pois falta o STF julgar.
Talvez o susto tenha sido grande pois essa decisão do STJ não era esperada, uma vez que segundo especialistas, colocaria todo sistema financeiro nacional em risco.
E foi mais rigorosa a queda em BB pois ele e a Caixa respondem por 50% dessa fatura salgada a se cobrada.
O perfil da maioria dos clientes desses bancos são de poupadores, já nos outros existe uma maior diversificação com a oferta de produtos financeiros diversificados.
Quando compramos uma ação de qualquer empresa, devemos olhar além dos números reportados; precisamos entender o seu negócio, imaginar para onde ele está indo e entender se isso é uma evolução.
Praticamente toda ação tem algum risco, seja de uma canetada, uma pendência judicial ou ainda algo inerente ao seu negócio: mudança tecnológica, jurídica ou de tendência de consumo.
Para mitigar esse tipo de risco, usamos a diversificação com restrição setorial, ampliamos e aprofundamos o estudo e comparamos pares.
Em quais Bancos você investe?
Vale já era?
As ações da empresa Vale vem sofrendo contínuas quedas nos últimos anos, com momentos de breve recuperação e seguidos de novas quedas e mínimas históricas.
O que está havendo com ela então; será que “Vale já era?”
Sua elevada dependência com a China, que passa por desaceleração, e seu principal produto o minério com preço caindo no mercado internacional, podem explicar isso.
Ter o governo na sociedade também não ajudou muito e algumas decisões políticas trouxeram grandes impactos sobre seus resultados, como a recente adesão ao REFIS e o pagamento de R$ 22,3 Bilhões.
Pelo jeito a coisa não vai parar por ai, vejam o noticiário de Hoje:
“A commodity ampliava a queda no mercado spot chinês, nesta 3ªF, após três grandes mineradoras da CHINA anunciarem o segundo corte nos preços, em apenas três semanas. Abaixo dos US$ 100/t., o minério de ferro está na menor cotação em 20 meses. A perda no ano é de quase 30%. A desvalorização é atribuída ao ritmo mais fraco da atividade na CHINA.”
RIP (Rest In Peace) VALE
Alguém consegue ver uma luz no final do túnel?
Petrobrás, agora vai?
Acho que essa é a pergunta que mais passa pela cabeça dos atuais investidores e ex-acionistas no momento:
Chegou a hora dela? será que Petro agora vai?
“Passadinhas” à parte, a gestão de Graça Foster trouxe um viés mais técnico para empresa e num momento crítico.
O sucesso do pré-sal vem como o salvador da pátria para empresa, num meio produtivo de recursos finitos ela precisa de novas fontes de sua matéria prima.
Veja o gráfico abaixo:
Imagine que esta estabilização da produção vem sendo conseguida graças já aos primeiros avanços nesse campo.
Bem verdade que ainda temos muita força política nessa empresa e isso afeta a precificação, além do impacto para os investidores de fundos imobiliários.
Sua presença como inquilina de prédios é vista em pelo menos 4 FIIS: XPCM11 – Macaé, XTED11 – TRX Edifícios, BRCR11 – BC Fund e ALMI11B – Torre Almirante.
Num movimento de busca por maior eficiência, faz sentido desmobilizar ou alugar e privilegiar o processo produtivo.
Projetos que não apresentam retorno convincente foram postergados e essa deverá ser a toada dos próximos anos para a empresa.
Resta acompanhar se toda a melhoria na eficiência chegará até o lucro e assim, sustentar a elevação de preços de suas ações, também impactadas como dito anteriormente por fatores políticos.
E você acionista da empresa ou antigo investidor, o que espera para empresa nos próximos anos?
Agora vai? 🙂
Crise é uma Oportunidade?
Uma pergunta do meu amigo estimado PauloAlf me causou certa reflexão nos últimos dias, veja:
“Tetzner poderia explicar um pouco a sua estrategia por trás desta compra de OIBR4?”
A estratégia era ganhar 14,4% em 24 horas amigão! Brincadeira, brincadeira… mas foi de fato o que aconteceu 🙂
Sorte? Sim, com certeza
Antes disso teve a Vale5 de 27 a 30 e trazendo mais 11% e já ia me esquecendo da BRIN3 junto com o amigo Uó e de lá vieram mais de 30%.
Sorte? Sim, com certeza
Minha definição de Sorte é quando o preparo encontra a oportunidade.
O que não pode é falar que o mercado é um jogo e que bolsa é cassino, se você nem ao menos se dá ao trabalho de ler as regras, estudar os jogadores e pagar para ver.
Vejam que belo pregão o de hoje, quando todos falavam em novo teste de suporte, lá foi o índice buscar as estrelas, levanto toda a carteira no embalo e com volume ascendente, sinal de retorno dos investidores.
Mas espera ai Tetzner: primeiro você fala em Trade e agora vem com essa de Carteira, então: “qual é a tua meu irmão??”
A minha é a o que melhor remunera o meu capital e assim tem sido desde que eu aprendi a parar de perder dinheiro e comecei a valorizar meu tempo, investir nos estudos e no aprimoramento.
Conhecer as empresas, ler seus resultados trimestrais, compartilhar conhecimento com os amigos, debater resultados, extrapolar sobre os rumos da economia, … são horas e horas de tempo e dedicação.
Em minha opinião uma empresa pode ser excelente, mas se estiver fora do preço que considero justo, prefiro não comprá-la.
Se uma outra empresa for considerada ruim, mas estiver no caminho certo para melhorar e em um patamar de preço adequado, porque não investir?
Tudo tem que ser visto no contexto adequado e lembrando que Carteira são os ativos que você admira e mantém; empresas que você considera espetaculares, únicas em seus seguimentos.
As posições de estudo são essas compras de acompanhamento, situação ideal para pegar uma empresa e acompanhá-la num momento não tão interessante de sua longa história. Essa frase final já te livra de muita porcaria: Longa História.
Sem informação para acompanhar e entender o negócio performando é impossível de se estudar, ai sim vira aposta, vira cassino.
E assim foi com a grande maioria dos IPOs de Ações e de FIIs… prefiro pagar mais caro depois ou pegar a ação num momento de mau humor do mercado a comprar nos lançamentos às cegas.
E ai, ainda acha que é “Sorte”?
Quais são os seus métodos de estudo e avaliação?
O que considere fundamental numa empresa?
O que é Diferencial Competitivo para você?
O que fazer com o JCP e o Dividendo?
Gostaria de saber o que cada um de vocês faz com o dinheiro que entra conta da corretora?
Aquele proveniente dos Juros sobre o Capital e Dividendos do investimento em Ações:
a) Você reinveste no mesmo ativo que pagou?
b) Reinveste no que está melhor ou em uma nova posição?
c) Usa o dinheiro para pagar as contas e viver de Renda?
d) Deixa a merreca parada na conta 🙂
É bem verdade que nem todos tem capital investido suficiente para prover renda vultosa, ao ponto de se tornar uma preocupação sobre o que fazer com esse montante.
Mas vejam o estudo do amigo Rodrigo aqui no blog e tenha a exata noção do quão importante é saber desde cedo que rumo seguir.
Eu chamo todo o dinheiro que entra na conta de “fluxo de caixa” e uso-o para alocar naquilo que melhor remunerar meu capital no momento.
Recentemente fiz uma operação de Compra em Vale5 apenas com o dinheiro recebido de seu próprio juros sobre capital investido.
Foi estranho, primeiro porque comprei poucas cotas e já fiquei de olho no custo da corretagem e segundo porque no momento a empresa enfrenta muitos desafios e talvez pudesse investir noutra empresa em melhor situação.
O que me convenceu foi pensar assim:
“Oras, afinal foi ela quem me pagou, esse valor saiu dela e se eu quero continuar a ser sócio da empresa”
e você, nessa situação, o que faria?







