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Rafael Soares
@rafapsoares
Repórter especial do @JornalOGlobo. Escrevi "Milicianos" (@edobjetiva, 2023) e criei "Pistoleiros" (podcast original @globoplay, 2021).
Rio de Janeiro, Brasil
Born March 21
Joined June 2010
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    Tô muito feliz de finalmente poder compartilhar com vocês a realização de um sonho. Em novembro, após um ano e meio de apuração e escrita, lanço meu 1º livro: "Milicianos: como agentes formados para combater o crime passaram a matar a serviço dele", pela @edobjetiva. 🧶👇
    Capa do livro "Milicianos: como agentes formados para combater o crime passaram a matar a serviço dele", publicado pela Editora Objetiva pelo jornalista Rafael Soares.
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    EXCLUSIVO: Cinco PMs flagrados, em vídeo, colocando uma arma na mão de um jovem morto e atirando foram absolvidos pela Justiça. Eles respondiam pelos crimes de homicídio e fraude processual. Caso aconteceu em 2015, no Morro da Providência, Centro do Rio.
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    O desabafo do avô de Ágata, 8 anos, morta por um tiro de fuzil, não sai da minha cabeça. “Foi a filha de um trabalhador, tá? Ela fala inglês, tem aula de balé, era estudiosa. Não vivia na rua, não. Agora vem um policial aí e atira em qualquer um na rua. Acertou minha neta”.
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    A frase de Orlando Curicica que escolhi para abrir meu livro Milicianos:
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    Um CAC achou uma brecha no protocolo de venda da Taurus e na fiscalização do Exército, falsificou documentos num editor de imagem no computador, comprou dezenas de fuzis pela internet em nomes de laranjas e os vendeu para facções. Hoje, no @JornalOGlobo:
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    Na foto, a carteira de trabalho ensanguentada de Rodrigo Serrano, de 26 anos, garçom morto por PMs no Chapéu-Mangueira. Foi contratado em agosto por um restaurante em Ipanema. A viúva, Thayssa, diz que os policiais confundiram um guarda-chuva com um fuzil. extra.globo.com/casos-de-polic…
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    De onde vem a munição usada pelo CV no Complexo do Alemão? Planilha revela gastos de R$ 5 milhões em um mês com armas e munição. Um dos fornecedores é o CAC Eduardo Bazzana, dono de um clube de tiro em São Paulo, que recebeu mais de R$ 1,6 milhão.
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    “Estava subindo a passarela, quando eles começaram a me ofender: ‘Bolsonaro tem que ganhar para tirar esses lixos da rua. Deve estar com Aids’. Perguntei quem tinha dito. Foi quando um deles bateu com barra de ferro na minha cabeça”, narra Julyanna.
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    Aparecida, mãe do catador Luciano, morto ontem, não queria que seu filho morasse no Muquiço. Tinha medo dos tiroteios. Ele tranquilizava a mãe dizendo que a área era próxima da Vila Militar. “Ele dizia: ‘Fica calma, coroa. O Exército tá ali’. O Exército matou meu filho!”.
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    Sobre milícia e a ministra do Turismo Nos últimos dias, tenho lido muitos políticos e jornalistas dizerem que Daniela Carneiro, a Daniela do Waguinho, somente "posou para fotos com milicianos". O que está sendo noticiado é bem mais grave do que isso. 🧶👇
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    Minha primeira reportagem de 2021, mostra uma nova conexão no submundo do crime do Rio: traficantes evangélicos fecharam pacto com milícia para expandir “Complexo de Israel”, conjunto de favelas na Zona Norte onde religiões afro-brasileiras são proibidas.
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    “O que me conforta é isso: ele foi salvar uma vida. Deu a dele”, diz Lucimara, irmã do catador de material reciclável Luciano, morto com um tiro disparado por militares quando tentava ajudar a família do músico Evaldo Rosa.
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    URGENTE: Operação prende suspeitos de envolvimento no assassinato de Marielle Franco.
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    Antes de ser baleado por militares, o catador de latinhas Luciano Macedo, morto ontem, tirou o filho do músico Evaldo Rosa, de apenas 7 anos, do carro que havia sido fuzilado. Ainda voltou para tentar ajudar Evaldo, mas foi atingido por 3 tiros.