meu maior choque ao entrar num curso de filosofia foi descobrir que nenhum colega tem um perfil pretensioso no twitter com posts prosaico-poéticos inspirados por uma amálgama egregórica entre Land, Plotino e Houellebecq, agora me restam dúvidas sobre quem diabos são meus mutuals.
O Guattari (e o Adorno) nos acostumou tanto a enxergar o(s) (micro)fascismo externalizado no estrato social que nos tornamos cegos ao maior, e possivelmente mais perigoso, bastião do fascismo brasileiro.
A existência do “Clube de Regatas do Flamengo”. Esse time é O fascismo…
“(...) é claro, existem n maneiras de drogar-se, por exemplo: em relação com a comida, podemos nos drogar sendo bulímicos, ou vice-versa, nos drogamos ao não comer nada, anorexia, sempre pensei que uma das técnicas de Franz Kafka fosse uma droga que ele mesmo secretava...
>apresentação de calouros de filosofia
>80% da turma queria fazer psicologia, só não tiveram nota
“oi eu gosto mt de filosofia o Deleuze mita muito naquele livro dele la lógica dos sentidos por sinal eu tinha nota pra entrar em psi só n quis.”
ódio adquirido
Por anos lutei contra esse argumento, até que no ensino superior, optei pelas exatas, e tive que ir atrás da base que não tinha.
O raciocínio lógico e matemático é uma valência importantíssima do conhecimento, e consequentemente faz com que outras coisas sejam mais fáceis.
Freud não explica o fato deu ter medo de contar pros meus pais sobre minha tatuagem, mas a ciência do comportamento explica: todo organismo evita situações aversivas, como broncas e privação de reforçadores, como afeto. Chamamos isso de esquivar de punição. Skinner explica🤘🏽
Fun fact: Deleuze era um professor tão foda que era conhecido por ser fumante em suas aulas e tocar uma espécie de serrote musical. Suas palestras lotavam sua sala de aula e muitas vezes os alunos precisavam encontrar espaço sentados ao lado do próprio Deleuze ou no corredor.
ao imaginar o “drogar-se” como uma forma de se apoderar de si mesmo, de se retirar para dentro de si, uma forma de se desligar de uma determinada relação, com o tempo, com o outro. Talvez assim, podemos distinguir mais precisamente os mecanismos psicofisiológicos das drogas.”
não ingeria drogas, evitava isto, mas drogava-se por uma espécie de anorexia, ou por insônia. Pelo fato de não dormir, colocava-se em um estado alterado de mente. Há uma relação específica com o código quanto a isso. Podemos achar um traço em comum: