mano como a vida é injusta, imagina perder a vida pra correria do cotidiano, pra algo que nem é pra gente, é pro patrão, com ctz o lourivaldo so pensou “vou correr que da tempo, n quero atrasar” quantas vezes n fizemos isso, agr uma esposa esta viuva e duas crianças estão sem pai
e a pessoa que perdeu a vida na linha lilas hj nao tinha nome? nao tinha rosto? nao tinha familia? ela não era só um passageiro, parem de desumanizar os trabalhadores