Nenhum beijo, nenhum abraço, apenas pessoas curtindo o momento.
Adaubam Pires
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Desinfluenciador
- Esportes que mereciam ser olímpicos, um fio 🧵 1. Arqueria montada mongol
- Um caminhão carregado de dicionários de sinônimos tombou ontem na Dutra, perdendo toda a sua carga. As testemunhas ficaram surpresas, admiradas, atordoadas, estupefatas, espantadas, chocadas, abaladas, estarrecidas, desnorteadas, pasmadas, atônitas, perplexas e sem palavras.
- Paris, 25 de agosto de 1944. Um jipe equipado com metralhadora pára em frente ao Hotel Ritz. Dele salta um militar barbudo, empunhando arma, rumo ao hotel. No saguão, anuncia a todos: —Meu nome é Ernest Hemingway e estou aqui para liberar o bar do Ritz dos nazistas! 🧵👇
- Jorge Luis Borges, na verdade, nunca existiu: ele foi inventado. O escritor, tal qual o conhecemos, é um personagem, inteiramente criado por três escritores argentinos: Leopoldo Marechal, Adolfo Bioy Casares e Manuel Mujica Lainez. No🧵, os detalhes dessa fascinante história.
- Replying to @john_alvesJá imaginou o sofrimento de quem esqueceu o celular?
- Entreouvido numa livraria: —O que você tem do Hemingway aí? —𝘖 𝘝𝘦𝘭𝘩𝘰 𝘦 𝘰 𝘔𝘢𝘳. —Então eu quero 𝘖 𝘔𝘢𝘳.
- “Com muita sabedoria, estudando muito, pensando muito, procurando compreender tudo e todos, um homem consegue, depois de mais ou menos quarenta anos de vida, aprender a ficar calado.” —Millôr Fernandes
- Em 1978, Haruki Murakami foi a um estádio ver um jogo de baseball. Quando o batedor de seu time acertou sonoramente a bola, a multidão aplaudiu e Murakami teve uma epifania que mudaria sua vida: “Ali, sem motivo algum, surgiu-me o pensamento: acho que posso escrever um romance.”
- Tchekhov foi visitar Tolstói. Após o chá, Tolstói lhe disse: —Tchekhov, seus contos são ótimos, mas suas peças são horríveis. Você é tão ruim quanto Shakespeare! Mais tarde, voltando para casa, Tchekhov olhava para a neve na estrada e repetia: “tão ruim quanto Shakespeare…”
- Jorge Luis Borges viajava pelo mundo falando mal de Buenos Aires. “É uma cidade horrível”, não cansava de repetir no exterior. Indagado numa entrevista por que fazia isso, o escritor revelou que era por amor: —Temia que se enchesse de turistas. Queria-a só para mim.













