Recentemente encontrei uma caixa com 250 negativos de registros fotográficos de um morador da Penha, bairro da zona norte do Rio, em 1955. Nada é mais bonito que a vida acontecendo.
No fim dos anos 70, um fotógrafo lambe-lambe passava os dias registrando os banhistas da Praia do Flamengo e vendendo os retratos. Adquiri esse acervo fantástico com 530 dessas fotos.
Comprei o acervo de slides de um americano que veio ao Rio de Janeiro em 1953 e nele há uma fotografia de um homem sentado em um banco na praia de Copacabana. O que ela te parece?
Estou fazendo uma pesquisa por acervos fotográficos de estrangeiros que visitaram o Brasil nas décadas de 1950 e 1960. Recentemente encontrei a coleção de um americano que registrou o carnaval de 1966 em Kodachrome. Eis a Vila Isabel em cores, linda.
Em uma ida a Salvador, encontrei um lote de negativos de um fotógrafo desconhecido. É um acervo precioso, com registros de festas da Bahia. Entre elas, essas fotos do dia 2 de fevereiro de 1974, no Rio Vermelho.
Uma caixa de slides que encontrei recentemente guardava registros do carnaval de 1978. Dentre as fotografias, uma imagem das baianas da Mangueira que poderia ser a bandeira da cidade. Uma obra prima.
Em 1935, Noel Rosa foi até a Praça Tiradentes, entrou no Foto Câmara e tirou um retrato 3x4 para sua carteira de trabalho. Essa fotografia sobreviveu ao tempo e veio parar aqui, 87 anos depois. De todos os tesouros que encontrei nos últimos meses o mais incrível.
Dentro de um envelope de negativos que encontrei recentemente, havia uma série de fotografias do carnaval de 1954. São cenas dos blocos e cortejos pela Cinelândia e Rio Branco. A fotografia amadora conta a história do país.
Alberto Cumplido de Sant’Anna registrou o cotidiano do Rio entre as décadas de 50 e 60. É um acervo que estava guardado até hoje e será aos poucos publicado por mim. Essas fotos são do carnaval de 1961 em cores muito vivas.