Com o Novo Acordo, são R$ 170 bilhões para a reparação definitiva.
Última atualização: 20 de maio de 2026
O Novo Acordo do Rio Doce acumula avanços concretos nas medidas de reparação e compensação. Até março de 2026, foram:
Consolidando as ações do Novo Acordo do Rio Doce com os nove anos anteriores da reparação, são R$80,39* bilhões efetivamente destinados entre 2015 e 2026, que materializam a premissa do Novo Acordo: dar continuidade às ações em curso e concluir a reparação definitiva.
*O valor ainda não contempla as obrigações de fazer da Samarco executadas em abril de 2026.
Lamentamos o rompimento de Fundão e reafirmamos nosso compromisso em assegurar uma reparação integral e definitiva. O Novo Acordo do Rio Doce representa um avanço significativo por trazer mais clareza, segurança jurídica, efetividade e definitividade à reparação.
Rodrigo Vilela | Presidente da Samarco
O Novo Acordo do Rio Doce, homologado por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal em 06 de novembro de 2024, foi assinado pela Samarco, suas acionistas, União, Governos de Minas Gerais e do Espírito Santo, Ministérios Públicos Federal e Estaduais e Defensorias Públicas da União e Estaduais (MG e ES), entre outros órgãos públicos. A extinta Fundação Renova assinou como interveniente/anuente.
Ver quem assinaCom o Novo Acordo, são R$ 170 bilhões para a reparação definitiva.
R$ 100 bilhões, dos quais R$ 17,6 bilhões foram transferidos até abril de 2026.
A Samarco iniciou as transferências dos valores previstos para os governos federal, estaduais e municipais, viabilizando políticas públicas em saúde, infraestrutura, saneamento e programas sociais. Os recursos serão repassados ao longo de 20 anos.
R$ 32 bilhões, dos quais R$ 24,42 bilhões foram executados até março de 2026.
O valor está sendo destinado em ações de atuação direta da Samarco em três pilares: pagamento de indenizações individuais, conclusão dos reassentamentos e meio ambiente.
R$ 38 bilhões executados até setembro de 2024.
O valor foi destinado a ações de reparação e compensação por meio de 42 programas executados pela extinta Fundação Renova.
Foi concluída a liquidação e a extinção da Fundação Renova, com autorização do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), registro nos órgãos cartoriais competentes e baixa dos respectivos CNPJs.
O rompimento é um marco que jamais será esquecido, que nos impôs uma profunda reflexão sobre nosso propósito e nossas práticas. A história da Samarco tem um antes e um depois do rompimento da Barragem de Fundão, que nos levou a revisar a cultura organizacional, os sistemas de gestão e nossa relação com as pessoas.
Iniciamos a retomada das nossas operações em 2020, com um novo sistema integrado de segurança, reforçado com a implementação de Centro de Monitoramento e Inspeção (CMI), que funciona de forma ininterrupta — 24 horas por dia, 7 dias por semana — e possui mais de 2 mil equipamentos, como radares de superfície, sensores piezométricos e drones.
O CMI centraliza o monitoramento contínuo das estruturas geotécnicas, armazena dados de instrumentos e equipamentos de alta precisão e integra essas informações às inspeções manuais realizadas em campo.
Acreditamos que a escuta ativa é uma das principais formas de integrar pessoas, empresas e comunidades. A sua voz é um elemento de valor para que, juntos, possamos fazer uma mineração diferente.