30 ABRIL — 10 MAIO 2026

30 ABRIL — 10 MAIO 2026

LisbonTalks

Actividades paralelas do IndieLisboa, que incluem masterclasses, talks, encontros e aulas. Um espaço aberto à discussão crítica, reflexão, aprendizagem e reformulação de ideias, à volta das práticas cinematográficas e do meio profissional português e internacional.

PROGRAMA

19:15
03 Maio 2026

Reflexão a partir do filme Não Desviar o Olhar de Júlio Alves.

Moderação: Carlos Vaz Marques (jornalista e editor)

Convidados: Júlio Alves (cineasta), Ricardo Vieira Lisboa (crítico de cinema e programador), Vasco Câmara (jornalista e crítico de cinema), Inês Lourenço (jornalista e crítica de cinema), Luís Miguel Oliveira (crítico de cinema)

Em 2026, Júlio Alves estreia no IndieLisboa um filme que interroga críticos de cinema portugueses, de diferentes gerações, sobre a importância das suas primeiras imagens, e as primeiras imagens do cinema em Portugal. A partir do olhar do realizador e dos diferentes críticos participantes, iremos reflectir em conjunto sobre a necessidade da crítica de cinema nos dias de hoje.

03 Maio 2026, Domingo, 19:15 (60')

Culturgest, Sala de Debates • C.9501

18:00
04 Maio 2026

Mesa redonda: O que procuram atualmente os festivais de curtas-metragens na sua programação?

Moderador: Daniel Ribas (professor, investigador e programador)

Convidados: Anna Henckel-Donnersmarck (artista de vídeo, programadora e professora), John Canciani (diretor artístico e programador), Sigrid Hadenius (diretora de festival)

Com a produção avassaladora de curtas-metragens a nível mundial, torna-se cada vez mais urgente que os cineastas e artistas compreendam como funciona este meio e o que interessa aos festivais de curtas-metragens. Jovens realizadores recém-saídos da escola de cinema entram num ambiente que não conhecem, querendo fazer filmes que falem aos seus pares, mas muitas vezes sem terem conhecimento dos filmes que estão a ser realizados internacionalmente por outros colegas da mesma idade. Entrar no meio e participar em festivais de cinema é muitas vezes incompatível com as suas atividades académicas e com a realização dos seus próprios filmes, o que leva a uma grande ansiedade em relação à entrada no mundo profissional e, ao mesmo tempo, ao início do reconhecimento no meio.
Vários programadores de curta metragem falarão sobre as suas experiências na curadoria e os objetivos dos seus festivais.

04 Maio 2026, Segunda-feira, 18:00 (60')

Culturgest, Sala de Debates • C.9502

16:30
05 Maio 2026

Mesa redonda: A importância das redes de festivais

Moderadora: Susana Costa Pereira

Convidados: Henrique Praça (gestor cultural e diretor), Carlos Ramos (diretor de festival e programador), Elise Jalladeau (diretora e diretora de festival), Anne Gaschütz (organizadora de festival e programadora)

Inserida na programação de indústria, o Indielisboa e o Media Desk Portugal propõem uma mesa-redonda centrada na evolução do papel dos festivais e os desafios que enfrentam no contexto da indústria cinematográfica actual.

Com a ajuda de convidados nacionais e internacionais focaremos a importância do estabelecimento de redes, nomeadamente o impacto destas nos festivais, na sua relação com a indústria e no desenvolvimento de audiências.
Após a sessão será oferecido um cocktail.

05 Maio 2026, Terça-feira, 16:30 (60')

Culturgest, Sala de Debates • C.9503

15:30
06 Maio 2026

Mesa redonda: O poder da música na narrativa: a arte do som, da composição e da identidade de marca no cinema independente

Com: Arturo Olea (sócio fundador e CEO, Music Library & SFX), Peter Stephens (coordenador de projetos e supervisor musical), Rita Horta (compositora, designer de som e supervisora musical), André Freitas de Almeida (compositor e designer de som), David Nowack (cineasta, engenheiro de som e designer de som)

No cinema independente, a música é uma poderosa ferramenta da narrativa que vai além de criar ambiente; aprofunda a narrativa e guia o público pela viagem emocional do filme. Este painel reúne um compositor para meios audiovisuais/especialista em branding sonoro, um pós-produtor de som, um compositor de cinema e um supervisor musical para explorar como o som, a composição e o branding moldam a identidade de um filme. Juntos, irão debater o processo criativo por trás da composição musical, a integração do design de som e a evolução do papel da supervisão musical, ao mesmo tempo que analisam como a música pode refletir personagens, temas e o desenvolvimento do enredo.

A discussão abordará também a importância da lei dos direitos de autor, destacando o seu impacto nas perspetivas orçamentais versus criativas. Os painelistas irão aprofundar a forma como diferentes disciplinas — composição, design de som e supervisão musical — colaboram para criar uma experiência auditiva coesa que reforça a narrativa do filme. Ao partilharem insights e exemplos práticos, o painel revelará como a música é um elemento essencial na narrativa, moldando não só o ambiente, mas a própria essência do filme.

06 Maio 2026, Quarta-feira, 15:30 (75')

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias • C.9504

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