Divulgada a lista de selecionadas para 1ª edição da Confluência Afoitas; confira o resultado
Após processo seletivo com mais de 70 inscritas, evento reúne comunicadoras negras e indígenas do Nordeste nos dias 10 e 11 de […]
Após processo seletivo com mais de 70 inscritas, evento reúne comunicadoras negras e indígenas do Nordeste nos dias 10 e 11 de […]
Evento gratuito no Recife promove formação, troca de saberes e fortalece práticas de comunicação; participantes contarão com apoio para transporte e alimentação […]
Artista apresenta a obra gratuitamente no Cine Teatro Samuel Campelo em Jaboatão dos Guararapes Foto: Ga Olho Com concepção da dançarina Yulliane […]
A deputada afirmou que a eleição representa um marco, ao torná-la a primeira indígena a assumir o cargo Imagem: Thiago Yawanawá A […]
Serviço funciona no Departamento de Fisioterapia da universidade e atende demandas de saúde sexual, reprodutiva e urológica Imagem: Pexels Pessoas LGBTQIA+ que […]
Com ilustrações de Clara Moreira, obra é lançada no Instituto Feminista para a Democracia, com bate-papo e venda de livros Texto: Redação […]
O portal Afoitas é um projeto de jornalismo independente, encabeçado por mulheres negras e nordestinas atentas às narrativas indígenas e de pessoas trans. Existimos desde 2018 com o objetivo de enegrecer e construir um caminho mais diverso dentro da comunicação, fortalecendo as pautas de raça, gênero e dos Direitos Humanos, especialmente no que tange à população negra, indígena e quilombola.
Acreditamos no poder da mídia como ferramenta para difundir ideias de promoção de Justiça e Igualdades racial, social e de gênero. Buscamos produzir um jornalismo engajado com territórios descentralizados, juventudes e comunidades tradicionais, visibilizando os fazeres e saberes do povo preto e ampliando o alcance de suas tecnologias ancestrais.
Apenas 20% dos jornalistas das redações brasileiras são pessoas negras. A mídia hegemônica é majoritariamente ocupada por homens e mulheres brancas e isso tem grande impacto na produção de notícias, que recorrentemente cria estereótipos e reforça preconceitos contra populações preta, indígena e quilombola. Para mudar este cenário é preciso apostar na diversidade e possibilitar que novas narrativas sejam visibilizadas e assim contribuam com a construção de pautas que promovam a defesa dos Direitos Humanos.