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O mais novo evento de desenvolvimento! Nesta 1ª Edição (de 4 a 9 de Agosto de 2025): Python, JavaScript e PHP!

Website
https://soudevcon.com.br
Industry
Technology, Information and Internet
Company size
2-10 employees
Type
Partnership
Founded
2025

Updates

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    Aos 80 e poucos anos, a palavra APOSENTADORIA ganha um tom curioso. Ela aparece como sugestão educada, quase um conselho de quem olha de fora e faz contas simples; idade de um lado, descanso do outro. Só que a vida empresarial raramente respeita fórmulas tão diretas. Quem passou décadas resolvendo problema acorda com uma tendência difícil de desligar; a cabeça continua abrindo planilhas invisíveis antes mesmo do café. Existe um tipo de ENERGIA que não entra em balanço patrimonial, mas sustenta muita empresa de pé. É a vontade de participar, de entender, de ajustar um detalhe que ninguém viu. Em tese, o tempo permitiria reduzir o ritmo; na prática, a EXPERIÊNCIA cria um desconforto elegante com a ideia de ficar assistindo. Quem já enfrentou crise, folha de pagamento apertada, cliente exigente e decisão difícil, desenvolve uma musculatura que não aceita ficar parada muito tempo. Alguns chamam isso de teimosia. Eu prefiro tratar como PROFISSÃO paralela. Há uma disciplina silenciosa em continuar ativo; observar mais, falar na hora certa, evitar atalhos que já mostraram seu custo. A idade traz uma vantagem operacional interessante; diminui a pressa e aumenta o critério. O erro continua possível, mas a reincidência perde espaço, o que já é um avanço considerável na gestão da própria vida. No mundo dos negócios, sempre gostei da ideia de sistemas integrados. Um ERP bem implementado conecta áreas, organiza fluxo, reduz desperdício. Com o tempo, a própria pessoa vira um sistema parecido; memória, repertório, relações, tudo integrado. Parar completamente seria como desligar o servidor em horário de pico; possível, mas pouco recomendável para quem ainda tem demanda chegando. Há também um ponto pouco comentado; TRABALHO dá direção. Não apenas financeira, mas mental. Mantém o raciocínio em movimento, estimula conversas úteis, preserva o senso de utilidade. A alternativa, muitas vezes, é uma agenda vazia que não combina com quem passou a vida preenchendo lacunas. Como costumo dizer, com a leve seriedade de quem já viu de tudo um pouco; “Se eu morrer de tarde, quero ter trabalhado de manhã — mas no outro dia eu acho que vou faltar”. Claro que o ritmo muda; menos corrida, mais precisão. Menos volume, mais impacto. A contribuição deixa de ser força bruta e passa a ser leitura de cenário. É quando a EXPERIÊNCIA vira ativo estratégico, desses que não aparecem no relatório, mas fazem diferença na decisão certa, tomada no momento certo. Se isso é teimosia, convém tratá-la com respeito. Porque, no fundo do caixa emocional, ela continua gerando RESULTADO. E enquanto houver problema interessante para resolver, a vontade de trabalhar segue fazendo o que sabe fazer melhor; aparecer cedo, sentar à mesa e pedir a palavra.

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    Esse tipo de dado diz menos sobre tecnologia e mais sobre o comportamento que se forma ao redor dela. A dificuldade de distinguir gosto próprio de sugestão algorítmica revela um ajuste silencioso na forma como as pessoas escolhem. O ambiente sempre influenciou decisões; a diferença agora está na precisão e na frequência com que essa influência acontece. A recomendação chega ajustada, repete com consistência e reduz o esforço de decidir. A escolha continua existindo, apenas ficou mais confortável concordar com o que já veio pronto. Nos times, o padrão aparece com uma familiaridade quase constrangedora. Ideias começam a surgir com formatos parecidos, referências circulam com uma frequência curiosamente alta e soluções diferentes acabam chegando a lugares bastante próximos. A sensação de repertório amplo se mantém; a origem desse repertório começa a se concentrar. O cotidiano corporativo oferece pistas claras. Uma estratégia é apresentada com base em tendências recentes, outra segue a mesma linha com pequenas variações e, quando se observa com um pouco mais de calma, o conjunto parece ter sido combinado antes da reunião. Ninguém combinou. A coincidência ajuda bastante. Esse comportamento se consolida por repetição e conveniência. A sugestão pronta economiza tempo, reduz atrito e oferece uma segurança inicial que costuma ser bem-vinda. Aos poucos, o critério de validação passa a considerar mais a fluidez da resposta do que a construção da ideia. O raciocínio continua presente, só participa menos do que poderia. A dimensão relacional amplia esse efeito. Quando a maioria consome e valida conteúdos semelhantes, o grupo passa a reforçar o próprio padrão. O que parece alinhamento pode ser apenas sincronia de fonte. Questionar exige energia, sustentar uma leitura própria pede tempo e o fluxo tende a favorecer o que mantém a conversa andando, o que já resolve boa parte das reuniões. O impacto aparece na qualidade das decisões. O time continua produtivo, organizado e com boa capacidade de execução. Parte das escolhas, no entanto, começa a carregar menos diversidade de pensamento, o que reduz a capacidade de adaptação quando o cenário muda um pouco mais do que o esperado. A eficiência permanece alta; a originalidade entra em regime econômico. A mudança começa quando a influência deixa de ser invisível. Reconhecer o papel da sugestão não reduz o valor da tecnologia, apenas devolve ao grupo a responsabilidade pelo próprio critério. A inteligência artificial continua contribuindo, agora com um lugar mais claro dentro do processo. A leitura parte de um levantamento recente divulgado pela Forbes Brasil, com base em pesquisa da Heineken em parceria com a Box1824. Alguns times desenvolvem repertório; outros desenvolvem afinidade com o que já veio escolhido. #OndeIssoPeganoTime

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    Uma reflexão interessante sobre o dia do trabalho, comportamento humano e inteligência artificial 👇 👇

    View profile for Mauro Gambini

    Fundador da Positive Mind, consultor em liderança e desenvolvimento de equipes, empresário e músico autodidata. (Porém, antes de tudo, um observador de gente; daqueles que afinam pessoas como quem afina instrumentos)

    O Dia do Trabalho passou com menos reflexão do que o tema costuma merecer. Em meio a esse cenário, um movimento recente começa a se destacar nas empresas. Um conteúdo recente do Canaltech apresentou um plano de 90 dias para adoção de IA no trabalho. A ideia reforça um movimento crescente no mercado que associa o uso de IA a uma vantagem competitiva quase imediata. A promessa é sedutora. Aprender a usar ferramentas novas, automatizar tarefas, ganhar velocidade e, com isso, avançar mais rápido na carreira. Planos estruturados, como o de 90 dias, oferecem um caminho claro e acessível. Para quem observa de fora, a sensação é de que basta seguir os passos certos para alcançar um novo patamar de produtividade. Dentro dos times, o efeito costuma ser mais complexo. A incorporação da IA começa por tarefas simples, avança para atividades repetitivas e, em pouco tempo, passa a ocupar um espaço relevante na rotina. Relatórios passam a ser gerados com mais rapidez, textos surgem com facilidade e análises preliminares aparecem em minutos. O volume de entrega cresce, acompanhado por uma percepção de evolução. O ponto de atenção surge quando se observa o impacto desse aumento de produção. Em muitos casos, o time passa a produzir mais material, enquanto a resolução de problemas relevantes não acompanha na mesma proporção. A velocidade se amplia, mas a clareza sobre o que precisa ser resolvido nem sempre evolui junto. A tecnologia expande a capacidade de execução e deixa em aberto a definição de direção. Esse comportamento se forma de maneira gradual. Ferramentas novas atraem atenção, e resultados rápidos tendem a ganhar reconhecimento. O grupo aprende o que funciona no curto prazo e passa a repetir esse padrão, até que o uso da IA se integra à rotina como sinal de eficiência, independentemente do efeito gerado. Há também um componente coletivo que sustenta esse movimento. Times se influenciam mutuamente na adoção de práticas. Quando parte do grupo aumenta a produção com apoio da tecnologia, os demais acompanham esse ritmo para manter o mesmo nível de entrega percebida. A referência passa a ser o volume gerado, enquanto a transformação provocada perde espaço na avaliação. O impacto aparece de forma progressiva. O time trabalha mais rápido, mas o avanço não se torna mais evidente. Questões relevantes permanecem presentes por mais tempo do que o esperado. O esforço se reorganiza, sem necessariamente alterar o resultado na mesma intensidade. A mudança de percepção começa quando o uso da IA passa a ser observado pelo quanto contribui para resolver problemas concretos. Esse ajuste reorganiza a forma como o trabalho é conduzido e redefine o papel da tecnologia no dia a dia do time. O que parece avanço pode ser apenas velocidade. O que resolve continua sendo direção. Onde isso pega no time: Em alguns lugares, isso já virou rotina. Em outros, ainda parece avanço. #OndeIssoPeganoTime

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    O Dia do Trabalho passou com menos reflexão do que o tema costuma merecer. Em meio a esse cenário, um movimento recente começa a se destacar nas empresas. Um conteúdo recente do Canaltech apresentou um plano de 90 dias para adoção de IA no trabalho. A ideia reforça um movimento crescente no mercado que associa o uso de IA a uma vantagem competitiva quase imediata. A promessa é sedutora. Aprender a usar ferramentas novas, automatizar tarefas, ganhar velocidade e, com isso, avançar mais rápido na carreira. Planos estruturados, como o de 90 dias, oferecem um caminho claro e acessível. Para quem observa de fora, a sensação é de que basta seguir os passos certos para alcançar um novo patamar de produtividade. Dentro dos times, o efeito costuma ser mais complexo. A incorporação da IA começa por tarefas simples, avança para atividades repetitivas e, em pouco tempo, passa a ocupar um espaço relevante na rotina. Relatórios passam a ser gerados com mais rapidez, textos surgem com facilidade e análises preliminares aparecem em minutos. O volume de entrega cresce, acompanhado por uma percepção de evolução. O ponto de atenção surge quando se observa o impacto desse aumento de produção. Em muitos casos, o time passa a produzir mais material, enquanto a resolução de problemas relevantes não acompanha na mesma proporção. A velocidade se amplia, mas a clareza sobre o que precisa ser resolvido nem sempre evolui junto. A tecnologia expande a capacidade de execução e deixa em aberto a definição de direção. Esse comportamento se forma de maneira gradual. Ferramentas novas atraem atenção, e resultados rápidos tendem a ganhar reconhecimento. O grupo aprende o que funciona no curto prazo e passa a repetir esse padrão, até que o uso da IA se integra à rotina como sinal de eficiência, independentemente do efeito gerado. Há também um componente coletivo que sustenta esse movimento. Times se influenciam mutuamente na adoção de práticas. Quando parte do grupo aumenta a produção com apoio da tecnologia, os demais acompanham esse ritmo para manter o mesmo nível de entrega percebida. A referência passa a ser o volume gerado, enquanto a transformação provocada perde espaço na avaliação. O impacto aparece de forma progressiva. O time trabalha mais rápido, mas o avanço não se torna mais evidente. Questões relevantes permanecem presentes por mais tempo do que o esperado. O esforço se reorganiza, sem necessariamente alterar o resultado na mesma intensidade. A mudança de percepção começa quando o uso da IA passa a ser observado pelo quanto contribui para resolver problemas concretos. Esse ajuste reorganiza a forma como o trabalho é conduzido e redefine o papel da tecnologia no dia a dia do time. O que parece avanço pode ser apenas velocidade. O que resolve continua sendo direção. Onde isso pega no time: Em alguns lugares, isso já virou rotina. Em outros, ainda parece avanço. #OndeIssoPeganoTime

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    Por trás de cada linha de código existe uma escolha e, muitas vezes, uma posição ética. Enquanto Richard Stallman defende a liberdade do usuário como princípio inegociável, Linus Torvalds prioriza resultados e eficiência técnica. O sucesso do GNU/Linux nasceu justamente desse contraste. Mas a pergunta continua atual: ao desenvolver ou escolher software, você está apenas resolvendo problemas… ou também tomando decisões sobre liberdade, controle e responsabilidade? 👇

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    Ser palestrante na PHP Conference Brasil é colocar seu conhecimento a serviço da comunidade. São 21 anos de história, sendo o principal e mais longevo evento de PHP do país. Um palco onde experiências reais viram aprendizado coletivo. Você tem um case prático?  Uma solução que resolveu um problema complexo?  Uma visão sobre arquitetura, performance, testes, DevOps, liderança técnica ou mercado? A Call for Papers está aberta. Ser palestra na PHP Conference Brasil significa fortalecer sua autoridade, ampliar sua rede e contribuir com o crescimento do ecossistema. Envie sua proposta até 3 de julho https://lnkd.in/dacAWufH Compartilhe seu conhecimento. Faça parte da história. #PHPConference  #PHP  #CallForPapers  #DesenvolvimentoWeb  #Programação  #ComunidadePHP  #PHPConferenceBrasil21ANOS

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    Afirmo sem forçar poesia nenhuma: Shell Script é, antes de tudo, um modelo mental. Quem aprende de verdade começa a enxergar o mundo em três camadas muito claras: entrada, processamento e saída. Parece simples. E é exatamente por isso que funciona tão bem. A cabeça passa a organizar problemas como fluxos. Um comando alimenta o outro. Um resultado vira insumo. Tudo encadeado com propósito. Esse jeito de pensar muda comportamento. Você para de executar tarefa repetitiva como quem aceita castigo e passa a estruturar solução. Em vez de clicar dez vezes, você escreve uma linha. Em vez de depender de interface, você conversa direto com o sistema. Em vez de improviso, você cria sequência lógica. O Shell ensina algumas coisas que ficam para a vida: - decompor problemas grandes em partes pequenas - reaproveitar soluções - confiar em ferramentas simples bem combinadas - tratar erro como parte do fluxo, não como surpresa Com o tempo, a pergunta muda: sai o “como faço isso?” e entra o “como eu automatizo isso para nunca mais precisar fazer de novo?”. Esse é o ponto de virada. Quem pensa assim leva vantagem em qualquer ambiente. Muita gente aprende comando. Pouca gente aprende raciocínio. A diferença aparece rápido. Um decora. Outro resolve. Shell Script, bem aprendido, ensina exatamente isso: resolver. E quando esse jeito de pensar entra, ele não sai mais. Por isso que — para mim, que tenho quase oitenta anos, na ativa — escrevo e digo sempre: "Shell Script é, antes de tudo, um modelo mental."

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    30 horas. Tempo curioso esse. Curto para aprender japonês. Longo o suficiente para fazer besteira em produção. Perfeito para decidir o que você faz com a sua carreira. 30 horas também é mais ou menos o tempo que muita gente já perdeu tentando resolver problema simples clicando onde o mouse mandou. O terminal observa, paciente, como um velho sábio que já viu esse filme antes. O Shell, coitado, segue ali. Sem propaganda, sem animação colorida, sem influencer. Só resolve. Sempre resolveu. Continua resolvendo. Quem aprende passa a falar direto com a máquina. Quem evita, continua pedindo tradução para interface. 30 horas é o tempo que resta para entrar numa turma onde o idioma é comando e a conversa é objetiva. Nada de adivinhação, nada de tentativa e erro infinito. Script bem escrito economiza tempo, evita dor de cabeça e ainda dá aquele sorriso discreto de quem sabe o que está fazendo. Tem gente que vai usar essas 30 horas para pensar. Outros vão usar para decidir. Alguns poucos vão usar para mudar de patamar. O relógio não tem opinião. Ele só anda. PS: Inscrições da turma de Shell encerram em menos de 30 horas. Se quiser parar de negociar com interface e começar a conversar direto com o sistema, escreve “tenho interesse” nos comentários. Eu te mostro o caminho.

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    Acompanho há muitos anos a evolução do mercado de tecnologia e aprendi a reconhecer alguns padrões que insistem em se repetir. Ferramentas novas aparecem com frequência, camadas se acumulam, interfaces ficam mais amigáveis e o contato direto com o sistema vai sendo deixado para depois. Esse “depois” costuma chegar com prazo curto, pouca paciência e uma confiança esperançossa de que alguém vai dar um jeito. É nesse momento que o Shell entra na conversa pra valer. Participo, ao lado do Julio Cezar Neves (Papai do Shell), de um trabalho que já soma 42 turmas formadas. Muita gente, mesmo, já passou pelo curso e juntos temos certeza de que estamos contribuindo para o mercado opensource do nosso país. A abertura da Turma 43 mantém exatamente a mesma proposta. Formar profissionais capazes de entender o ambiente em que estão operando, com autonomia para investigar, automatizar e resolver. Ao longo dos anos no Dicas-L, fui percebendo um padrão que se repete com uma regularidade que tem a teimosia de um juizforano (como eu!). A dúvida que parece simples costuma esconder uma base mal resolvida. E base mal resolvida tem um talento especial para reaparecer quando menos convém (como aliás sempre diz o Julio). O curso tem uma característica que sempre me chamou atenção. Ele ensina Shell como linguagem de raciocínio. Isso muda o comportamento de quem aprende. A pessoa deixa de executar comandos isolados e passa a estruturar soluções. É o tipo de diferença que não aparece em currículo bonito, mas aparece rápido quando o problema não segue roteiro. As vagas seguem limitadas por um motivo bem pouco sofisticado. Acompanhamento próximo dá trabalho. Revisar script linha por linha exige tempo. Ensinar com atenção exige paciência. Aqui a conta é direta. Se abrir vaga demais, alguém aprende menos. E, conhecendo o Julio, ele prefere continuar revisando script do que aprender a fazer milagre em escala. O Shell tem esse efeito. Quanto mais a pessoa entende, menos barulho faz e mais resultado entrega. Vai ficando casca grossa no melhor sentido, com domínio suficiente para não depender de explicação a cada passo. Há também um traço que me agrada nesse processo. Um certo jeito mineiro de fazer as coisas. Sem pressa desnecessária, sem promessa inflada e sem explicação em excesso. O conteúdo vai sendo construído com consistência. Quando o aluno percebe, já está resolvendo problema com mais clareza e menos esforço. Em tecnologia isso costuma receber nomes sofisticados. Em Minas, a gente chama de saber o que está fazendo e seguir adiante sem precisar anunciar. A ementa completa está disponível aqui: https://lnkd.in/du3UKQnk -- PS: A Turma 43 (23 de Abril a 22 de Maio) está aberta e com vagas limitadas. Se fizer sentido para você, escreva “tenho interesse” nos comentários. A conversa segue depois, com objetividade e sem aquele tipo de calma que faz perder a vaga.

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    Distribuição boa revela caráter com o tempo; o BigLinux resolveu demonstrar isso trabalhando desde 2004 e atravessando mudanças que derrubariam projeto mais vaidoso. Começou em uma base, mudou para outra, ajustou ambiente, reorganizou estratégia. Quem sobrevive assim entende uma regra simples; sistema estável nasce de correção contínua, não de anúncio. Ao longo desse caminho, o projeto fez escolhas técnicas que dizem muito. Mistura linguagens como Shell, Python e JavaScript sem virar bagunça. Cada ferramenta resolve um tipo de problema. Quem tenta resolver tudo com a mesma ferramenta costuma produzir código demais e solução de menos. Ferramenta boa é a que sabe a hora de sair de cena. A Big Store concentra diferentes fontes de software e entrega instalação direta. Flatpak, AUR, Snap, tudo convivendo sem drama. Usuário clica e segue a vida. Desenvolvedor trabalha para isso acontecer. Usuário gosta de facilidade. Desenvolvedor paga a conta. Simplicidade sempre cobra alguém. A Central de Controle reforça essa organização. Configuração unificada, menos dispersão, menos erro humano. Interface bem pensada economiza tempo e reduz improviso. Interface resolve o hoje. Entendimento resolve o resto. Quem ignora isso acaba dependente do próximo botão. Existe também o BigCommunity, que amplia o sistema com diferentes ambientes gráficos sem perder identidade. Comunidade que participa constrói. Comunidade que só observa comenta depois. Participação seleciona quem fica. E quem fica sustenta o projeto. O BigLinux ainda entrega recursos que mudam o uso real. Body Tracker com controle por gestos faciais, acessibilidade aplicada sem discurso. Gerenciador de drivers que resolve um dos pontos mais sensíveis do Linux. Problema técnico não avisa. Ele testa. Sistema preparado responde. Há uma coerência interessante nesse conjunto. O projeto reduz atrito sem retirar autonomia. Facilita o começo e permite aprofundar. Sistema fácil forma usuário. Sistema bem feito forma profissional. Quem resolve manualmente só está treinando para repetir erro. E aqui entra um pequeno jogo de palavras que o próprio nome permite. BigLinux não é só grande no nome. Ele cresce no uso. E quanto mais você usa, mais ele deixa de ser BIG para virar seu. Pouca gente percebe isso na primeira instalação. PS: Se você já usou o BigLinux, conta aqui o que achou. E se ainda não usou, talvez esteja faltando dar um passo maior… um passo BIG.

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