Conectas Direitos Humanos’ cover photo
Conectas Direitos Humanos

Conectas Direitos Humanos

Non-profit Organizations

São Paulo, SP 46,579 followers

A Conectas existe para proteger, efetivar e ampliar os direitos humanos.

About us

A Conectas existe para proteger, efetivar e ampliar os direitos humanos. Mais do que uma organização não governamental, somos parte de um movimento vivo e global que persiste na luta pela igualdade de direitos. Conectados a uma rede extensa de parceiros espalhados pelo Brasil e pelo mundo, estamos presentes e nos fazemos ouvir nos diversos espaços de decisão que contribuem para o avanço dos direitos humanos a partir de um olhar do Sul Global. Para garantir direitos, atuamos por meio de incidência política no âmbito nacional e internacional. Propomos soluções, impedimos retrocessos e denunciamos violações para produzir transformações. Acesse nosso site e saiba como nos apoiar! ----------------------------------------------------------- Conectas exists to preserve, implement and extend human rights. More than a non-governmental organisation, we are part of a lively and global movement that continues in the fight for equal rights. Connected via a broad network of partners, spread across Brazil and around the world, we are always available, and we participate in various decision-making debates that advance the path of human rights from the Global South perspective. We work to secure and extend the rights of all, especially the most vulnerable. We propose solutions, avert setbacks, and denounce violations to create transformations.

Website
http://www.conectas.org
Industry
Non-profit Organizations
Company size
11-50 employees
Headquarters
São Paulo, SP
Type
Nonprofit
Founded
2001
Specialties
Organização não governamental, Justiça, Direitos humanos, Cooperação internacional, Relações internacionais, Políticas públicas, and Advocacy

Locations

  • Primary

    Av. Paulista 575 - 19 andar

    São Paulo, SP 01311000, BR

    Get directions

Employees at Conectas Direitos Humanos

Updates

  • O Canal UM BRASIL publicou entrevista com Oscar Vilhena, advogado, cientista político, professor da FGV e fundador e diretor executivo da Conectas. Em conversa com Mônica Sodré, ele afirma que a Constituição de 1988 foi uma tentativa de reparação histórica e um projeto de país voltado para além das elites. Segundo Vilhena, a Carta ampliou direitos, fortaleceu a separação dos Poderes e deu visibilidade a crianças, povos indígenas, ao meio ambiente e a grupos vulnerabilizados. A entrevista completa está no YouTube do Canal UM BRASIL. Link nos comentários da publicação original.

    View organization page for Canal UM BRASIL

    1,432 followers

    O Canal UM BRASIL acaba de publicar uma entrevista com Oscar Vilhena, advogado, cientista político e professor de Direito Constitucional na Fundação Getulio Vargas. Em conversa mediada por Mônica Sodré, Vilhena afirmou que a Constituição Federal de 1988 representou uma tentativa de reparação histórica. Foi, talvez, a primeira vez que o Brasil se propôs um projeto ambicioso que não servia a uma pequena elite, de acordo com o advogado. “A Constituição tem uma importância enorme na reconstrução do projeto de País. Ela olhou para o regime autoritário de maneira reativa. Temos uma carta de direitos muito robusta, e com a devida separação dos Poderes”, explicou. Com ela, o meio ambiente, as crianças, os indígenas e todos os grupos em situação de vulnerabilidade conquistaram maior visibilidade e passaram a ter seus direitos reconhecidos, lembrou Vilhena. “A Constituição buscou saldar uma dívida histórica. Foi um projeto muito ambicioso, que olhou para o futuro. Mas é claro que uma constituição ambiciosa é mais difícil de ser implementada”, concluiu. Oscar Vilhena foi fundador e diretor executivo da organização Conectas Direitos Humanos, do Instituto Pro Bono e da Liga Global de Escolas de Direito (LSGL). É membro fundador e conselheiro da Comissão Arns de Direitos Humanos. É bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Mestre em Direito pela Columbia University e em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo e Pós-doutor pelo Centre for Brazilian Studies. A entrevista completa com Vilhena está no ar no Canal UM BRASIL - uma realização da FecomercioSP - no YouTube. Confira. Link nos comentários. #Constituição #Direitos #Política #Democracia

    • No alternative text description for this image
  • O Acampamento Terra Livre aconteceu entre os dias 5 e 11 de abril, em Brasília (DF), reunindo mais de 7 mil indígenas de todo o Brasil sob o lema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”. O evento focou na demarcação de terras, no enfrentamento à crise climática e na cobrança ao governo. Saiba mais sobre os direcionamentos definidos a partir do evento no site da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).

    [PT-BR] O Acampamento Terra Livre aconteceu semana passada em Brasília: "Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós." O tema escolhido pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e pelo movimento indígena não foi por acaso. Enquanto o garimpo ilegal avança, as invasões de terras continuam e mudanças na legislação tentam flexibilizar direitos, o que está em jogo são garantias que já existem. A Convenção 169 da OIT e a Constituição Federal de 1988 já estabelecem esses direitos, o desafio é garantir que sejam implementados. Na Conectas Direitos Humanos, seguimos ao lado da APIB e de tantas organizações parceiras nessa agenda. [EN] Last week, the ATL (Free Land Camp) took place in Brasília under the theme: “Our future is not for sale: we are the answer.”    The theme chosen by APIB (Articulation of Indigenous Peoples of Brazil) and Indigenous leaders, was no coincidence. As illegal mining expands, land invasions continue, and legislative changes attempt to weaken protections, what is at stake are rights that are already guaranteed. ILO Convention 169, and Brazil’s 1988 Federal Constitution already establish these guarantees; the challenge is making them real.  At Conectas, we continue standing alongside APIB and many partner organizations in this agenda. #ATL2026 #PovosIndígenas #Democracia #Conectas Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

    • No alternative text description for this image
  • A maioria formada no STF para derrubar a lei catarinense que proíbe cotas raciais em universidades é uma resposta decisiva contra um grave retrocesso. Ao reconhecer a inconstitucionalidade da norma, a Corte reafirma que ações afirmativas não são privilégio, mas instrumentos de reparação histórica e de promoção da igualdade material diante do racismo estrutural. A decisão também protege a autonomia universitária, o direito à educação e os compromissos constitucionais e internacionais do Brasil. Em um estado marcado por desigualdades raciais e por sinais alarmantes de intolerância, barrar a chamada lei anticotas é defender democracia, inclusão e justiça racial. https://lnkd.in/ef_wyujp

  • Em São Paulo, o aumento das mortes causadas por policiais militares se tornou a face mais evidente de uma política de segurança que admite a letalidade como método. Depois de uma trajetória de queda até 2022, os dados recentes reunidos pela Agência Brasil, com base em relatório do Ministério Público de SP, mostram crescimento contínuo desde 2023, o que enfraquece a tese de que se trata apenas de reflexo de operações mais complexas. Segurança pública não pode ser medida pelo número de pessoas mortas pelo Estado. Quando o governo prioriza o confronto, relativiza denúncias e resiste a mecanismos de controle e transparência, o resultado é mais violência, sobretudo contra jovens negros e periféricos, e um grave retrocesso na proteção dos direitos humanos. #segurançapublicasp #letalidadepolicial #policiaSP

    • No alternative text description for this image
  • Pedro Gomes e Roberta Marina, da Conectas, analisam o avanço de agendas punitivistas no Brasil neste artigo. Com base em evidências e nos marcos de direitos humanos, o texto mostra por que esse caminho aprofunda violações e se afasta do que deveria orientar a justiça juvenil no país. Vale a leitura. ⤵️

    A redução da maioridade penal, a militarização do sistema socioeducativo, a tortura nas unidades e o racismo estrutural que define quem é punido seguem compondo um cenário grave de violações de direitos no Brasil. No novo artigo publicado pela Coalizão pela Socioeducação, Roberta Marina e Pedro Gomes, da Conectas Direitos Humanos, analisam como o avanço de agendas punitivistas compromete a proteção integral de adolescentes e jovens e desvirtua os princípios que devem orientar a justiça juvenil. Trata-se de uma contribuição importante para qualificar o debate público com base em evidências, marcos constitucionais e direitos humanos. Leia e compartilhe. #Socioeducação #DireitosHumanos #JustiçaJuvenil #MaioridadePenal #JuventudeNegra #ConectasDireitosHumanos #CoalizãoPelaSocioeducação

  • "O Congresso Nacional retomou, em março de 2026, a discussão sobre a redução da maioridade penal no âmbito da PEC da Segurança Pública, o que se viu foi a repetição de uma estratégia já conhecida: a mobilização do medo para justificar o endurecimento do controle sobre corpos específicos — corpos jovens, negros e periféricos. Três temas emergem como centrais para compreender essa dinâmica e para construir alternativas fundadas em direitos humanos: a falácia do punitivismo juvenil, a persistência da tortura nas unidades socioeducativas e o racismo estrutural que define quem é o alvo preferencial do sistema. Soma-se a estes uma quarta e urgente dimensão: a ofensiva legislativa que visa militarizar o sistema socioeducativo por meio do armamento de seus agentes e de sua equiparação às forças policiais." Acesse o artigo escrito por Roberta Marina e Pedro Gomes, publicado pela Coalizão pela Socioeducação. Link na publicação original.

    A redução da maioridade penal, a militarização do sistema socioeducativo, a tortura nas unidades e o racismo estrutural que define quem é punido seguem compondo um cenário grave de violações de direitos no Brasil. No novo artigo publicado pela Coalizão pela Socioeducação, Roberta Marina e Pedro Gomes, da Conectas Direitos Humanos, analisam como o avanço de agendas punitivistas compromete a proteção integral de adolescentes e jovens e desvirtua os princípios que devem orientar a justiça juvenil. Trata-se de uma contribuição importante para qualificar o debate público com base em evidências, marcos constitucionais e direitos humanos. Leia e compartilhe. #Socioeducação #DireitosHumanos #JustiçaJuvenil #MaioridadePenal #JuventudeNegra #ConectasDireitosHumanos #CoalizãoPelaSocioeducação

  • Quando a democracia é atacada, resistir deixa de ser escolha: passa a ser necessidade. Em um artigo feito especialmente para celebração dos 20 anos da Sur - Revista Internacional de Direitos Humanos, Camila Asano e Julia Neiva analisam como o autoritarismo corroeu direitos, enfraqueceu instituições e tentou intimidar a sociedade civil no Brasil. Mas também mostram o que a resistência foi capaz de construir. Um texto fundamental para pensar os desafios do presente e os caminhos de reconstrução democrática. Leia na 33ª edição da revista Sur através do link: https://lnkd.in/ehsERY-9 #RevistaSur #conectasdireitoshumanos

  • O Supremo Tribunal Federal começou a julgar hoje a lei de Santa Catarina que proíbe cotas raciais e outras ações afirmativas étnico-raciais. A Lei estadual 19.722/2026 proíbe cotas raciais para o ingresso de estudantes e a contratação de docentes, técnicos e outros profissionais em universidades públicas estaduais e instituições privadas que recebem recursos públicos. No plenário virtual, o relator, ministro Gilmar Mendes, votou pela inconstitucionalidade integral da norma. O caso segue em análise pelos demais ministros. A defesa das cotas raciais é parte da defesa da democracia, da igualdade material e do direito à educação! O pedido de ingresso feito pela Conectas em conjunto com Geledés Instituto da Mulher Negra e a DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SANTA CATARINA, como amicus curiae, ainda não foi analisado. O Julgamento deve ocorrer entre os dias 10 e 17 de abril, e pode ser acompanhando pelo portal STF. Acesse o link em nota no site. https://lnkd.in/e-usiYXd

  • A resolução aprovada pela Assembleia Geral da ONU, que reconhece o tráfico transatlântico de pessoas africanas escravizadas como o mais grave crime contra a humanidade, é um marco político e moral. Embora não seja juridicamente vinculante (não obrigue juridicamente os Estados a adotar reparações imediatas), a decisão rompe séculos de silêncio institucional e reafirma uma verdade histórica: a escravidão não foi um desvio do passado, mas um projeto econômico e racial cujos efeitos persistem no presente. Essa conquista resulta da incidência contínua de países africanos, movimentos negros, organizações de direitos humanos e da diáspora, que pressionam por memória, verdade e justiça. O próximo passo é transformar reconhecimento em compromisso, reparações e políticas capazes de enfrentar o racismo estrutural, herança viva da escravidão. #memóriaereparação #conectasdireitoshumanos

    • No alternative text description for this image
  • Em pronunciamento oficial na ONU (Organização das Nações Unidas) na terça-feira (24), a Conectas e a Repórter Brasil denunciaram a persistência do trabalho escravo contemporâneo no Brasil e cobraram medidas mais firmes do Estado para combater esse crime. Segundo as entidades, o problema afeta principalmente pessoas negras e segue sendo alimentado por falhas estruturais e fragilidades na fiscalização. Acesse matéria na publicação original ↪️

    View organization page for Coffee Watch

    1,586 followers

    Can companies still profit from forced labor and exploitation in 2026? The answer is yes. Conectas Direitos Humanos and Repórter Brasil, along with the Business and Human Rights Centre made an official statement at the United Nations denouncing the persistence of contemporary slave labor in Brazil and demanding firmer measures from the State to combat this crime which disproportionately impacts Brazil's black populations. The statement called for the following actions: ✅ Expanded public resources to strengthen enforcement such as increased labor inspections. ✅ From farms to factories, accountability must extend across entire value chains. ✅A resumption of dialogue between government and civil society to build a national policy on business and human rights, aligned with national and international standards. 🔗 Learn more here: https://lnkd.in/d4VYFiHf #HumanRights #SupplyChains #ESG #ModernSlavery #Sustainability

Similar pages

Browse jobs