Porque o RCM não deve prevalecer na revisão tarifária do gás
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Entrevistas

Ana Luci Grizzi
Especialista em sustentabilidade e governança climática
Rui Altieri
Presidente da Apine
Hugo Aguiar
Superintendente de óleo e gás da Secretaria de Energia e Economia do Mar do Rio de Janeiro (SEENEMAR - RJ)Podcast
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Artigos

Giuseppe Signoriello
Consultor de Transição Energética da ENGIE
Giuseppe Signoriello
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Termos para entender a Transição Energética
Os países que se comprometeram com o Acordo, durante a COP26, devem deter e reverter a perda e degradação florestal até 2030. Os principais compromissos do acordo são: promover a implementação da gestão florestal sustentável (SFM), em particular, a implementação do Instrumento Florestal das Nações Unidas; aumentar a contribuição das florestas para a agenda de desenvolvimento; promover a cooperação internacional, parcerias público-privadas e cooperação intersetorial; fortalecer quadros de governança florestal e meios de implementação; entre outros.
Fonte: WRI
O Acordo de Paris é um tratado internacional assinado por 196 Partes na COP 21 em Paris, em 12 de dezembro de 2015 e entrou em vigor em 4 de novembro de 2016. Seu objetivo é limitar o aquecimento global a abaixo de 2 graus Celsius, de preferência 1,5 graus Celsius, em comparação com os níveis pré-industriais. Para conseguirmos reduzir em 43% as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) até 2030 (em relação a 2005), o pico de emissões deve ser no máximo até 2025, ou atingiremos limites sem retorno.
Fontes: UNFCC e Além da Energia
Lançado durante a COP26, em novembro de 2021, em Glasgow, o acordo é mais uma iniciativa para manter sob controle o aquecimento global. Os países que que aderirem ao compromisso concordam em adotar ações voluntárias para reduzir as emissões globais de metano em pelo menos 30% (em relação aos níveis de 2020) até 2030, o que poderá eliminar mais de 0,2˚C de aquecimento até 2050.
A Act4nature international é uma aliança para acelerar ações empresariais concretas em favor da natureza, criada por empresas e partes interessadas, incluindo ONGs, órgãos acadêmicos e instituições públicas. As empresas envolvidas assinaram compromissos comuns e compromissos individuais SMART (específicos, mensuráveis, atingíveis, relevantes e com prazo). Desde 2018, a iniciativa viabilizou cerca de 150 compromissos SMART de negócios de biodiversidade.
Fonte: Act4nature