Aviso sobre mudança de conteúdo!
Oi meus amores!! Tudo bem? Espero que sim. 🩷
Já faz muito tempo desde minha última atualização aqui, e eu juro que tinha planos de postar outra narrativa do Sanji sendo papai babão, mas acabou não acontecendo. 😓
Prometo que vou voltar a trabalhar nisso e postar ainda esse ano! Por agora só quero avisar sobre mudanças de conteúdo. Não irei parar com as narrativas do Sanji, fiquem tranquilos, só vou postar por enquanto a história dele e da minha OC, a Isis, que eu prometo que está tão boa quanto as narrativas que escrevo dele, ou quase, isso é vocês que decidem. 😁
Espero que gostem da história e fiquem tão apaixonados por eles quanto eu, irei deixar tudo organizado no meu fixado juntamente com as duas narrativas já postadas aqui.
Enfim, esse é o aviso, qualquer coisa estou a disposição de vocês, beijinhos e abraços de sua escritora obcecada pelo Sanji, Isa. ♥️
OIII ESCREVE MAIS POR FAVOR EU TO TE IMPLORANDO eu ja li o seu post umas 3 vezes e tava pensando quando vai ter uma “continuação” ou outra historia 😭😭😭😭😭😭
Oii!!! ♥️♥️
Nossa desculpa a demora!! 😭😭
Eu nunca mais consegui entrar no tumblr, tive muitas atividades da faculdade e trabalhos, ainda to entupida de vários outros, mas acabei de postar a outra que estava escrevendo, ficou muito boa e bem longa, tenho certeza que vai gostar, beijinhos!! ♥️♥️
Depois da festa.
Sinopse: Há muito tempo Sanji queria te levar para o motel, ele apenas precisava de uma ocasião especial para isso.
Avisos: NSFW, Sanji POV, leitora gordinha, relacionamento estabelecido, cuidados posteriores e consumo de álcool. – WC: 3.8k
Nossa noite havia sido boa, mas muito cansativa, ela estava dormindo desde que saímos, com certeza bebeu demais outra vez. Estávamos indo para casa depois de uma festa de aniversário com alguns amigos, era tarde da noite e eu não gosto disso, sei dirigir com responsabilidade, ainda mais com minha namorada apagada no carro ao meu lado, mas penso que seria melhor paramos em um motel apenas para passarmos essa noite... Enquanto pensava sobre isso, avistei uma placa sinalizando um a alguns quilômetros: “Que coincidência, vamos parar nesse... Amanhã continuaremos a viagem...”.
Estaciono o carro em frente, era estranho, onde ficam os quartos? Mesmo assim é um lugar bem apresentado, essa cabana em frente deveria ser a recepção.
— Amor... Vou sair para reservar um quarto, tudo bem? Não se preocupe, eu volto logo. – Falo com uma voz suave em seu ouvido deixando um beijo em sua bochecha, ela se mexe no banco apenas resmungando em afirmação, voltando a dormir novamente.
Saio do carro e caminho até a entrada, adentro e percebo que apenas uma moça estava na recepção:
— Boa noite! Posso te ajudar? – Ela diz sorrindo.
— Sim, estou com a minha namorada e precisamos de uma suíte... – Respondo.
— Claro, querem apenas uma noite?
— Sim, pode ser a melhor delas, caso esteja disponível. — Reparo um pouco no ambiente, acima de nós havia um lustre de cristais iluminando a sala, o balcão era em um tom de vinho, talvez para combinar com o restante do lugar, que no lado de fora as paredes e outros detalhes estão pintados em variados tons de vermelho, apenas o portão que notei era um tipo de cinza escuro.
— Está sim – Ela caminha até um armário atrás dela, tira um par de chaves e coloca em cima do balcão. — Aqui estão as chaves, as casas com as suítes ficam lá embaixo, vou abrir o portão para vocês depois e podem estacionar ao lado.
— Casas? – Pergunto confuso, pois não conseguia enxergar nada parecido pela fachada.
— Sim, é logo abaixo, quando eu abrir o portão, terá uma longa descida e os primeiros alojamentos, a de vocês é uma das últimas, fica mais distante e separado dos demais, foi optado um ambiente como esse para que os casais tenham mais privacidade em seu momento íntimo... – Ela fala e sorrio um pouco sem graça com a explicação.
— Certo... Tudo bem, vou fazer como você falou, obrigada pela explicação. – Respondo, ainda sorrindo sem jeito.
[...]
Pago pela estadia e volto rapidamente ao carro, assim que entro, ela acorda por ter se assustado com minha aparição repentina, ligo o carro e faço como explicado, o portão grande se abre e descemos onde ficam as casas, são todas nos mesmo tons de vermelho, separadas uma da outra pela garagem correspondente, a que iríamos ficar é um pouco maior em comparação aos outros: “Pelo jeito é a melhor... Exatamente como pedi...”, minha atenção é desviada assim que sinto algo apertando minha coxa.
— Sanji... Você me trouxe a um motel? – Ela pergunta com uma voz sonolenta.
— Trouxe... É só essa noite... Fiquei com medo de dirigir tão tarde da noite. – Ela ri de forma sarcástica quando escuta isso.
— Eu não sou boba, sei que você não quer só dormir... – Suas carícias começam a subir para minha virilha, fico nervoso, ela quase não era tão provocante assim, mas sempre que era eu não conseguia me segurar... — Eu também não quero dormir... Você parece tão animado... – Ela continua com uma voz manhosa, sua mão agora estava apertando meu pau que se excitava cada vez mais por debaixo da calça.
— Amor... Pode aguentar um pouquinho até eu estacionar o carro? – Digo um pouco nervoso sentindo o suor escorrendo em minha testa, eu nunca consigo aguentar esse lado dela quando está bêbada. Sua mão sai por hora, mas continuo muito excitado...
Confesso que queria trazê-la para um motel bonito e elegante assim há muito tempo, sinto que merecia desde que nos conhecemos e quando consegui essa chance, a agarrei com todas as minhas forças. Desligo o carro para descer onde passaríamos a noite, era mesmo distante dos outros, ainda assim havia outro igual ao lado que também estava ocupado: “Espero que já estejam dormindo...” Penso; vou ao lado do carona e vejo que ela pegou no sono outra vez, a pego em meus braços e fecho a porta do carro atrás de mim, ela acorda um pouco:
— Ai gato, você é tão forte e gostoso quando me carrega assim... Eu fico molhadinha, sabia? – Sua fala me pega desprevenido enquanto subo as escadas, quase tropeço no degrau com ela no colo, mas consigo me erguer novamente.
— Você é doida... Vou precisar da sua ajuda para abrir a porta, acha que consegue? – Pergunto para ela que se agarrava ao meu pescoço enquanto sorria, claramente ainda bêbada. A porta à nossa frente estava trancada, a chave estava em meu bolso e não queria largar ela no chão apenas para fazer isso.
— Claro que consigo bobinho, é só me dizer onde está.
— No meu bolso esquerdo da calça.
— Vou pegar pra você... – Sinto sua mão descendo e indo exatamente ao mesmo lugar em que não conseguia disfarçar o volume que crescia. — Ops, chave errada, essa é muito grossa. – Ela diz sorrindo de forma provocante.
— Vai ser ruim se você continuar me provocando assim... – Tento controlar minhas reações, mas é tão difícil... Ainda mais com ela estando tão linda essa noite.
— Tá tudo bem, gatinho, já peguei a chave... – Ela diz e desce do meu colo, fico sem reação pois não queria tê-la largado, garanto que está tonta.
— Amor, tem certeza? Eu não queria largar você porque ainda tá muito bêbada... – Pergunto preocupado, seguro seus ombros para a segurar caso algo aconteça.
— Bobagem... Não precisa se preocupar, estou bem... E como você esperava abrir a porta comigo no colo? – Ela diz enquanto tenta abrir a porta, obviamente sem sucesso — Que droga, eu não consigo enxergar o buraco da chave...
— Deixa que eu te ajudo, vem aqui... – Falo e ela se escora em meu ombro, abro a porta e a pego novamente em meus braços.
Adentro a casa e acendo as luzes para ver onde passaríamos a noite, apenas agora percebo que tem dois andares, a escada a frente provavelmente leva ao quarto, ao lado vejo um sofá enorme com televisão e vinho disposto em uma mesa no centro; ignoro isso por hora, preciso levar ela para a cama, com certeza está muito cansada, talvez querendo tomar um banho antes de dormir. Fecho a porta e subo as escadas chegando no segundo andar, o quarto inteiro é ele, luzes da cor vermelha o iluminavam e a cama era redonda com lençóis de cetim vermelho também: “Talvez eu não deveria estar tão surpreso com isso...”; vou até a cama e a deixo ali delicadamente, escorando sua cabeça no travesseiro e deixando um beijo em sua testa, ela se agarra a ele e volta a dormir.
Observo um pouco ao redor antes de ir ao banheiro, o chão era de carpete escuro e haviam camisinhas na mesinha ao lado da cama, junto com lubrificante e um dado de posições, não sei o que pensar, mas definitivamente fico um pouco animado.
Assim que saio, vejo ela acordada de joelhos na cama com a cabeça grudada na parede:
— O que você tá fazendo aí? – Perguntei parado perto dela, olhando e sorrindo pois parecia se recusar a sair dali
— Vem aqui... – Ela diz enquanto gesticulava para subir. — Acho que tem um casal aqui na casinha ao lado, não é?
— Tem... Mas como sabe disso? Você tava apagada na hora que chegamos...
— Porque estou ouvindo a mulher gemendo... Ela tá desesperada... Como que conseguem gemer assim? Parece que precisam de ajuda...
— Não acredito que você acordou só pra ouvir um casal transando... – Digo com um semblante desacreditado.
— Mas eu acordei por causa dela, os gemidos tão muito altos, você não tá escutando? – Ouço de longe algo parecido com o que ela comenta, fico um pouco envergonhado com isso.
— Talvez esteja... Mas não vem ao caso, você tá melhor agora? – Pergunto preocupado e também para mudar de assunto, até porque antes de chegarmos ela estava visivelmente mal.
— Claro que estou, inclusive eu achei esse vinho aqui para nós... – Ela diz enquanto desce da cama e pega a bebida do frigobar que havia ao lado.
— Querida, você já não bebeu demais hoje?
— Já falei que tá tudo bem, Sanji... Vem tomar comigo, temos que aproveitar a nossa noite aqui. – Ela diz com um sorriso provocante me oferecendo uma taça. Suspiro e a pego de sua mão, não conseguia negar, ela está certa, devemos aproveitar.
[...]
Outra vez ficou bêbada, como esperado, ela já havia bebido demais na festa e agora mais um pouco aqui. Vejo ela colocar sua taça vazia na mesa e voltar para perto de mim, se agarrando em meu braço e repousando sua cabeça, parecia estar cansada e com sono:
— Amor... Quanto você bebeu?
— Umas três taças... Talvez... – Ela responde com uma voz enrolada e desconexa.
— Você tá tonta, não é?
— Sim... Mas a gente pode transar um pouquinho se você quiser... – Seu sorriso provocante ataca novamente enquanto sinto suas mãos subirem minha virilha. Mais uma vez sinto ela apertar meu pau que estava muito excitado, dessa vez não consigo me controlar, deixo um gemido escapar.
— Querida, não é hora pra isso, você precisa descansar... – Ela se levanta, tira a taça de minha mão colocando junto a dela e sobe em meu colo, como resposta apenas ignoro o que disse e a agarro com força contra minha ereção, gosto quando ela tem controle de mim assim.
— Vamos, meu amor... Você tá tão animado... E é tão grande... – Podia sentir o cheiro do vinho enquanto suspirava e gemia manhosa para mim, estávamos trocando vários beijos, ela rebola em meu colo com força, estou sedento por mais. Desço meus beijos para seu pescoço sentindo o cheiro doce do seu perfume, suas mãos passeavam por minha nuca implorando por mais... — Por debaixo do vestido Sanji... Aqui... – Ela diz gemendo guiando minhas mãos para o tirar.
Subo toda a extensão de suas coxas com seu vestido, sinto sua pele se arrepiar com meu toque, continuamos a nos beijar enquanto o tiro delicadamente para não estragar, ela se afasta um pouco para me ajudar tirando por cima, seu vestido cai no chão ao lado da cama e percebo que está nua em meu colo, fico surpreso.
— Amor... Você não estava usando...? – Ela me olha confusa.
— Ah... Estava usando sim, mas tirei quando você foi ao banheiro. – Deixo uma risada leve e genuína escapar quando ela me responde isso.
— E eu pensando que você queria descansar...
— Quem pensa em dormir quando está com o namorado gostoso nesse motel lindo? – Sua voz sai de forma leve, como se isso fosse um consenso natural.
— Tudo bem, eu aceito não dormir com você... – Digo enquanto ela se agarra a mim mais uma vez, iniciando um beijo profundo e necessitado.
Abraço ela apertado pela cintura enquanto ainda se esfrega em mim, nossas línguas se encostam e enroscam em perfeita sintonia, o gosto forte do vinho em sua boca era passado para mim, depois de alguns minutos ela fica sem fôlego e se separa respirando pesadamente, mas ainda encostando sua testa na minha.
— A calça Sanji... Tire ela... Está me atrapalhando... Como essa camisa... – Suas mãos vão até o colarinho, ela começa a desabotoar com uma expressão de necessidade, segurando os gemidos mordendo seu lábio inferior, não conseguia aguentar ver isso sem ficar mais excitado. No momento que termina, ela abre a camiseta me ajudando a tirar, quando me livro dela, seguro sua cintura para que fique nessa posição, assim consigo abrir minha calça como pediu. — Espera, preciso pegar a camisinha para você, gatinho... – Ela se estica até a mesa da cabeceira pegando uma e abrindo para mim. — Você quer que eu coloque para você? – Sua pergunta sai com um sorriso provocante enquanto morde seu lábio outra vez, incrível como sempre consegue me provocar quando está bêbada assim, afirmo com a cabeça, queria muito sentir suas mãos ali.
Ouço ela desafivelando o cinto e desabotoando a calça, o som do zíper abrindo me deixa um pouco nervoso, ela abre mais e sinto sua mão tirando meu pau com facilidade da cueca, deixo um gemido baixo escapar enquanto observo ela colocar o preservativo com cuidado, não consigo disfarçar minha expressão de desespero quando ela termina e volta para a mesma posição de antes, pronta para se encaixar em mim. Assim que se senta, sinto meu pau a preenchendo, é um pouco apertado e quente... Deixo gemidos escaparem enquanto seguro forte sua bunda, ela volta a me beijar e me coloca por completo dentro dela, me separo um pouco, sentir ela se contraindo é algo bom demais para eu aguentar durante o beijo. Seus movimentos começam lentamente, estávamos gemendo juntos colados um no outro, apenas roçando os lábios e sentindo nossas respirações ofegantes.
Minhas mãos apertam seus seios, sinto os bicos ficarem duros enquanto segurava-os, ela se separa um pouco e consigo me repousar em seu ombro para poder gemer em seu ouvido, sei que gosta disso:
— Assim, meu amor... Mais rápido... Por favor... – Digo descendo uma de minhas mãos até seu quadril para ajudar a aumentar seu ritmo.
— Você sabe que eu não aguento te ouvir implorando assim por mim... – Ela senta mais forte, aquilo me excitava mais, não sei por quanto tempo suportaria isso...
— É tão gostosa... Você... Gostosa demais... – Um sorriso se forma em seus lábios quando escuta minhas palavras desconexas que saem por conta do tesão que preenchia meu corpo. — Acho que já vou... Não tô aguentando... É uma delícia... Você... – Digo enquanto minhas mãos subiam e desciam acariciando seu corpo maravilhoso em cima de mim tendo o controle de tudo...
— Isso, meu amor... Eu te quero... Geme mais pra mim... – Sua voz em um tom de desespero me faz cair de costas na cama por não aguentar o prazer que tudo está me proporcionando, ela estoca mais rápido sorrindo, completamente satisfeita por me ter em suas mãos.
Seus toques sobem meu peitoral até chegar em meus peitos, ela os aperta com firmeza o que me deixa mais extasiado, ela rebola mais, mas agora lento, é tão malvada, me fazendo sofrer por não conseguir resistir ao seu corpo majestoso sobre mim, aperto seus quadris para mostrar que estou quase gozando, meu nome escapa de sua boca junto com um gemido alto e manhoso... “Não consigo... Ela é tão gostosa... Esses seios macios e quentes que saltam conforme ela se movimenta em meu colo... Essas coxas e bunda enormes que sempre me fazem enlouquecer de tesão... Não vou suportar... É tão perfeita...” Arqueio minhas costas e seguro firme seu quadril deixando meu líquido sair junto com um gemido alto, minha respiração está pesada tentando recuperar o fôlego, podia sentir escorrendo por conta da camisinha, mesmo assim fico satisfeito e completamente sem forças. É sempre assim quando transamos, nunca vou me cansar, se eu pudesse repetiria todos os dias, adoro sentir seu peso quando me monta.
— Ai Sanji! Você foi tão rápido... – Ela diz suspirando ofegante.
— Não consigo... Você é tão deliciosa montada em mim... Sabe que eu nunca aguento... – Minhas mãos apertam seus peitos de forma leve, sentindo sua maciez, não consigo evitar de ficar mais uma vez excitado, seu corpo inteiro me deixa assim. — Quer tomar um banho agora? Você com certeza está cansada por ter bebido demais... – Me sento ainda recuperando fôlego com ela em meu colo, acaricio e seguro sua cintura.
— Você é tão bobinho... Não estou cansada... Podemos fazer mais uma vez, já que não aguentou a primeira... O que acha? – Ela estava cansada enquanto negava a si mesma, não entendo o porquê...
— Eu adoraria ir mais uma vez... Mas você precisa descansar... – Seu rosto fica com um semblante emburrado, sempre tão fofa... — Não fica brava comigo, amorzinho, eu só quero tomar banho com você... – Digo implorando para que não fique chateada. Ela me olha de volta, com certeza derrotada, sei que não consegue resistir quando falo assim.
— Tudo bem... Eu vou... Mas só porque você pediu com esse rostinho e olhinhos azuis lindos brilhando pra mim... Se não eu não iria! – Sorrio e ela se levanta de meu colo.
Seguro sua mão antes que fosse para o banheiro.
— Está tudo bem, amor? Consegue ir sozinha? – Pergunto preocupado, ainda com receio dela não estar no controle de si por conta da bebida.
— Tudo bem, gatinho... Eu vou me sentar enquanto espero por você. – Ela responde com uma voz tranquila, ainda assim a observo indo até lá.
Me levanto e tiro as roupas que ainda vestia, descarto a camisinha usada no lixo ao lado da cama quando algo me chama atenção, um barulho de choro vindo do banheiro, caminho rapidamente e a vejo soluçando em frente ao espelho.
— Amor? O que aconteceu? Machucou? Não gostou de algo que eu fiz?
— Não... – Ela responde com a voz embargada, não suportava ouvir e nem ver isso. — Sanji... Você acha que eu ainda tô bonita?
— Claro que sim?! Por que essa pergunta do nada? Alguém disse para você na festa que estava feia? – “Eu sou capaz de matar esse infeliz.”
— Não... É só que... Meu corpo... Não sabia que havia engordado tanto... Não notei porque você nunca me disse nada... Nunca agiu de tal forma que me fizesse ter essa suspeita... Mas aquelas moças lá... Eram tão magras e lindas... Que saco... Nunca vou ser igual a elas... – Lágrimas escorrem de seus olhos mais uma vez, não sabia o que dizer, por que estava pensando nisso depois de ter me provocado e me deixado muito excitado? O único culpado é o exagero da bebida... Suspiro calmamente, passo por trás dela, seguro uma de suas mãos e puxo para vir comigo até o chuveiro.
— Vamos tomar um banho para acalmar esse seu pensamento, meu amor... Vem... – Ela me olha confusa, mas logo cede e entra comigo.
Ajusto para a água morna e ligo o chuveiro, viro para ela, estendo minhas mãos e digo para vir até mim de costas, ela o faz e repouso minha cabeça em seu ombro, minhas mãos escorrem por sua cintura indo até sua barriga, molhada por conta da água, massageio e aperto suavemente, era macio assim como todo o seu corpo que sempre me deixa com tesão, como estava acontecendo nesse momento, não consigo me controlar quando se trata dela.
— Você nunca está feia amor... Está linda e perfeita desde a primeira vez que te vi... Você sabe que consegue me deixar excitado mesmo quando não tenta me provocar, porque eu amo seu corpo, eu amo você... – Digo com minha voz amorosa continuando a massagear e apertar todas as partes em que referia “estar feia”, assim vai saber que sou completamente doido por cada uma delas. Deixo escapar alguns gemidos no processo, pois aquilo estava realmente me deixando muito excitado, principalmente quando apertei suas coxas, quase perto de sua virilha. Ela vira seu rosto para me olhar, era pura paixão, sei que gostou de ouvir e sentir isso como resposta para sua insegurança sobre seu corpo e qual a minha opinião, pude perceber pelos seus olhos que estavam lacrimejando um pouco enquando sorria.
— Isso é tão bom de ouvir, amor... Só toma mais cuidado... Não quero fazer sem camisinha.
— Desculpe, já disse que não consigo me controlar quando se trata de você. – Fico um pouco envergonhado com isso, mas ainda feliz por ter gostado.
— Tá tudo bem, isso me fez tão bem, você sempre me faz tão bem... Por isso eu te amo muito. – Percebo uma lágrima escorrer em sua bochecha, deixo um selinho em seus lábios.
— Não chore, meu amor, fiz isso para você ficar feliz, não chorar... – Digo sorrindo.
— Estou chorando de felicidade, bobinho, não consigo aguentar, você é tão doce, eu amo tanto você, mais do que tudo nesse mundo...
— Eu também, princesa... – Deixo alguns beijos em sua bochecha como prova de meu puro amor por ela.
[...]
Após o banho, vou até o carro para pegar nossas roupas que esqueci de trazer quando chegamos, por estar com ela em meu colo tão debilitada como estava, já planejava isso há semanas, apenas precisava de um pretexto para pôr em prática.
— Então quer dizer que você já iria me trazer para esse motel? – Ela diz com a sombrancelha erguida sorrindo maliciosamente quando deixo suas roupas dobradas na cama.
— Bom... Não esse especificamente, eu só queria te trazer em um, ainda não sabia em qual, escolhi esse apenas por uma obra do acaso, sabe? – Digo rindo nervosamente enquanto vestia minhas roupas.
— Sei... E também sei que você é muito safado... Poderia ao menos ter me falado para ter colocado uma lingerie mais bonita sabe, trazer uns brinquedinhos diferentes desses que tem aqui. – Sua resposta me pega de surpresa enquanto vestia minha calça.
— Calma, amor! Isso... Isso era pra ser uma surpresa pra você, não algo tão planejado assim. – “Mas se bem que poderia ter sido”
— Tudo bem, eu amei de qualquer forma, você é um fofo por ter feito isso e mais o que fez antes por mim... – Ela se aproxima e se agarra ao meu pescoço, minhas mãos apertam sua cintura para perto de mim, não queria soltar ela nunca.
— Fico muito feliz que tenha gostado. – Respondo e deixo um beijo nela, que se transforma mais uma vez em algo necessitado de nós dois.
Seus braços me puxam cada vez mais para trás, até que sem perceber caímos em cima da cama, ela ainda estava sem roupa por debaixo do roupão de cetim, continuamos a nos beijar, subo uma de minhas mãos ao seu peito coberto pelo tecido e aperto delicadamente, nos separamos ofegantes.
— Não era para irmos dormir? Ou você quer mais uma vez... – Sorrio, ainda sentindo seu seio macio coberto pelo cetim do roupão.
— Eu quero dormir com você, amor... Já está bom o que fizemos hoje, podemos fazer mais amanhã de manhã... O que acha? – Proponho e ela deixa uma risada genuína escapar.
— Claro que quero! – Ela responde em meio as risadas que não conseguia conter, não consigo não rir com ela, sua risada é tão fofa e contagiante.
[...]
Já estava na cama deitado a esperando para dormir, ouço ela desligar a luz do banheiro e me acordo um pouco, confesso que estava cochilando enquanto isso. Escolhi a roupa que combinaria perfeitamente com ela para um momento como esse, um pijama com uma bermuda curta e uma regata que valorizava bem suas curvas e seios, me deixando com água na boca por mais, com a distração, não percebi que já havia se sentado ao meu lado na cama.
— Você e suas escolhas para eu vestir... – Ela afasta o lençol e se enfia se aproximando de mim.
— O que foi? Você tá linda. – Meu braço puxa ela para perto, deixo um beijo em sua testa e percebo sua expressão sonolenta.
Não demorou muito para ela repousar e dormir rapidamente, eu já esperava por isso, acaricio seus cabelos enquanto observo seu rosto delicado dormindo tranquilamente, “É a mulher mais linda do mundo...”, adormeço pensando em suas carícias e a felicidade que me proporciona apenas por existir, eu a amo mais do que tudo nesse mundo.
Chorando pelo seu perdão
Sinopse: Sanji melancólico porque perdeu a namorada por ser mulherengo demais.
Avisos: NSFW, Sanji POV, fem reader, reconciliação, drama e conforto. – WC: 2.7k
Eu estava na mesa debruçado chorando com um copo na mão, pela primeira vez enchi a cara pensando nas diversas vezes em que ela dizia que nunca tinha sido tão feliz com outro homem como estava comigo, eu sou tão idiota, talvez perdi a mulher de minha vida em um piscar de olhos por ter sido assim várias vezes.
— Mas porra, eu expliquei pra ela que prefiro morrer se eu a traísse, mesmo assim discutimos com ela dizendo que sou um mulherengo e nunca deixaria de ser, nem mesmo por ela. — Digo com uma voz arrastada, eu estava bêbado, não sabia dizer quanto havia bebido.
— Errada ela não tá. — O velho me respondeu com cara de convencido.
— Cala a boca, eu nunca faria a minha princesa chorar. — Respondo e ele parece ficar irritado.
— Quem tem que calar a boca é você! Mais respeito com seu pai! — Ele avança e dá um chute em minha cara. — Se você não consegue respeitar os sentimentos da sua mulher, você nem merece ficar com ela. Vocês estavam juntos há quase 3 meses, o que eu mais ouvia era ela reclamando para você parar de se distrair com cada par de peitos que vê, e mesmo assim nada mudou, por isso ela te deixou, por você continuar sendo um teimoso e cabeça dura. Aceita de uma vez que você foi um idiota e para de choramingar pelo restaurante, já está me dando nos nervos! — Observo ele sair resmungando e me levanto do chão.
Fico possesso, detesto quando ele me trata igual uma criança, eu não sei como ela se sentia? Sempre soube! Por isso trazia diversos presentes sempre que fazia alguma besteira, ela amava e guardava todos eles: “São especiais para mim, nunca os vou jogar fora Sanji! Só não posso dizer o mesmo das flores, são tão lindas e cheirosas, mas acabam morrendo e tenho que me desfazer delas.”, sua voz ecoa em minha cabeça, lágrimas aparecem novamente, ela é tão doce e querida, talvez ele esteja certo. Volto a repousar na mesa ainda chorando, lembrando de mais coisas sobre ela e de como éramos felizes juntos.
Não serei mais assim, meu amor! Apenas volte para mim! Eu prometo de joelhos na sua frente, se for preciso, de que não serei mais mulherengo como você não gosta! Mas volte!
Digo mentalmente várias vezes enquanto choro, o copo continuava ali, mas dessa vez vazio, não havia mais bebida e eu estava sem ânimo para isso no momento, só queria afogar minhas mágoas um pouco antes de dormir sozinho mais uma vez, sem ela em meus braços.
— Sanji? — Ouço uma voz familiar juntamente com a porta do restaurante fechando, quando olho para ver quem era, esperançoso de que fosse quem eu pensava, a vejo ali, junto com a minha mãe, estava tão linda quanto no dia em que me deixou.
— Querido, veja que coincidência! A encontrei justamente no caminho do mercado de volta para o restaurante, ela quer conversar com você. — Minha mãe sorri generosamente para mim e ela, que deixa uma risada sem graça escapar. Seco minhas lágrimas na manga da camisa e me levanto da mesa. — Vou deixar vocês a sós, tenho certeza que tem muito a conversar... — Minha mãe saiu com as sacolas do mercado em mãos, nos deixando ali, frente a frente sem saber o que dizer.
— Oi — Ela diz com uma voz fraca, desviando o olhar por um tempo, depois volta para mim e continua. — Eu só vim conversar, já faz um tempo e... Estou com saudades. — Me aproximo dela e faço o que qualquer homem faria quando ama uma mulher de verdade. Me ajoelho, a abraço pela cintura e começo a implorar em lágrimas pelo seu perdão.
— Me desculpa, meu amor! Eu fui egoísta e babaca, não a ouvi quando podia e só percebi depois que foste embora! Fiquei tão sem rumo! Minhas receitas perderam todo o sabor e a minha vida ficou tão cinza, tu és a minha felicidade em meio a tanto estresse que esse restaurante me traz por culpa de alguns clientes, sem você eu não vivo e nem sobrevivo, por favor me perdoe! Eu prometo mudar e nunca mais flertar com nenhuma mulher que não seja você, minha princesa! — Digo chorando desesperado me agarrando forte a sua cintura, ela me olha um pouco assustada, talvez seja a primeira vez que um homem faça isso para ela.
Suas mãos vão até meu rosto e secam minhas lágrimas, estava quase esquecendo o quanto eu amava o seu toque macio e delicado comigo, ela sorri e vejo uma ternura enorme sendo transmitida por seus olhos.
— Você montou esse discurso para falar a mim, meu amor? — Sua pergunta me surpreende, ela me conhecia melhor do que ninguém.
— Sim, pensei nele especificamente no dia que faríamos 3 meses de namoro. — Respondo e ela começa a acariciar meus cabelos, agora chorando também, mas de felicidade, aparentemente.
— Você é tão querido e eu te amo tanto por isso... Mesmo com as suas falhas, nunca deixei de te amar, nem mesmo quando nos separamos, pensei em você todos os dias e noites... Claro que eu te perdoo, mas só se me prometer parar, pelo menos um pouco, de flertar com tantas clientes, você tem uma namorada agora. Não quero te prender a mim e influenciar você a deixar de fazer coisas que gosta, pois sei que são brincadeiras, que de verdade você não me trairia, apenas quero que diminua um pouco, pode ser assim? — Ela diz com uma voz suave.
— Sim! Faço tudo por você, meu amor! Se precisar eu paro mesmo de flertar! Nunca mais vou cantar outra mulher em minha vida que não seja você! – Suas mãos vem até meus lábios, me arrepio com isso, eu sentia tanta falta desse toque...
— Shh... Não precisa de tudo isso querido, já disse, se forem apenas coisas sutis, eu não me importo... – Seu sorriso era amoroso, não conseguia acreditar, mesmo depois de tudo isso ela nunca me esqueceu e está aqui me perdoando... O que devo fazer?
Ela se solta de meus braços e se abaixa de joelhos à minha frente também, suas mãos voltam a me acariciar, fecho meus olhos apreciando esse momento até sentir um selinho lento seu em meus lábios, me espanto com tal ação, quando termina, abro meus olhos novamente e a vejo ali, corada e sorrindo. Me aproximo mais, agarro sua nuca e a puxo para um beijo, ela não tenta resistir, apenas me retribui me abraçando pelo pescoço, pude sentir a necessidade que ela tinha por mim, assim como eu... Nossas línguas se encostam outra vez, sentia falta do seu beijo, o gosto doce e seus lábios macios junto aos meus, tudo isso eu ansiava há muito tempo desde que me deixou...
Nos separamos pela falta de fôlego enquanto ainda salivava seu gosto, encosto minha testa na dela, recuperando a respiração junto:
— Fica comigo essa noite, princesa... Eu sinto falta de ter você em meus braços... – Olho suplicando para ela, não suportaria mais uma noite sem sentir o calor do seu corpo junto ao meu. Seu rosto se afasta e me observa com os olhos lacrimejando, me emociono e sorrio sentindo seu rosto delicado em minhas mãos, seco suas lágrimas, eu queria guardar aquele momento para sempre em minhas lembranças e nunca mais a perder de mim facilmente.
— Claro que eu fico... É o que eu mais quero... – Ela me abraça forte assim que termina, ouço ela chorar enquanto se afunda em meu ombro, podia sentir o desespero dela em me ter outra vez, ela sentia minha falta tanto quanto eu. Retribuo a apertando forte contra mim, eu nunca mais deixaria ela partir assim, nunca mais vou magoar ela dessa forma, pois sinto que fomos feitos um para o outro.
A levanto em meus braços para irmos dormir, pelo jeito estava cansada, pois ficou na mesma posição descansando, fico aliviado mas ao mesmo tempo preocupado, será que não dormiu bem enquanto estivemos separados? Assim que viro em direção ao meu quarto vejo minha mãe, parada na porta da cozinha, nos observando com um sorriso amável e emocionado, passo por ela muito envergonhado, por quanto tempo esteve nos observando assim?
— Sanji... – Sou abordado antes que chegasse ao quarto; paro e viro minha atenção a ela, sentia meu rosto queimando, sabia o que diria. — Ela está dormindo?
— Não sei... Acredito que sim.
— Deixe-me ver... – Viro de costas para que ela confira para mim, também queria saber isso. — Oh, ela está dormindo... – Minha mãe diz com um tom amoroso, meu coração acelera, ela definitivamente não tem dormido bem. — Talvez esteja muito cansada, ela me comentou que quase não dormiu bem nos últimos dias quando falei sobre você.
— O que você disse a ela? – Pergunto curioso e com o coração apertado ao saber que ela não tinha dormido bem por causa de mim, como suspeitava.
— Bom, expliquei que você estava arrependido e por isso chorava em cada canto do restaurante... – Sou pego de surpresa, não era necessário dar tantos detalhes.
— Mãe... Não precisava dizer isso... – Digo envergonhado.
— Claro que sim! Ela pareceu tão feliz quando soube... Por favor, não seja mais tão mulherengo, vocês dois se amam tanto... Ela é uma boa pessoa para você, querido... – Sua voz calma revela o quanto gostava de nós dois, talvez até mais dela, sorrio pois estava certa, ela é perfeita para mim... Não posso mais tratá-la dessa forma.
— Eu sei... Já prometi a ela e vou cumprir, não quero mais que vá embora...
— Fico feliz em saber disso, boa noite, durmam bem... – Ela responde com um sorriso.
— Obrigada, você também mãe, até amanhã.
Me despeço sorrindo e subo as escadas até o andar de cima onde ficam os quartos e salas, caminho o longo corredor até chegar a porta do meu quarto, abro e rapidamente deito ela em nossa cama. Antes de namorarmos minha cama era de solteiro, o que ocasionou em vários episódios de um de nós cairmos durante a noite, era um pouco engraçado, porém logo percebi que deveria fazer algo e foi quando decidi adquirir essa cama, o que a deixou muito feliz: “Sanji, por favor! Não precisava ter feito isso! Por que foi se preocupar? Você é tão bobinho! Eu adorei! É tão confortável...”
Lembranças aparecem do dia em que a trouxe para ver a surpresa, sorria enquanto estava sentado à beira da cama ao seu lado, apreciando seu rosto enquanto dormia tranquilamente.
Percebi ela acordando depois de alguns minutos ali, um sorriso aparece em seu rosto no momento em que me vê:
— Amor... – Ela acorda e fica um pouco surpresa. — Por quanto tempo eu dormi?
— Não tenho certeza, talvez uma meia hora, mais ou menos...
— Caramba... Eu posso usar o banheiro? Preciso tomar banho antes de dormir... Não planejei vir aqui, tudo aconteceu tão de repente, sua mãe me abordou enquanto eu pensava se deveria ir te procurar, penso muito se talvez ela não tenha lido minha mente quando me viu... – Deixo escapar uma risada junto com ela, pois também me perguntava a mesma coisa.
— Claro que pode usar, na verdade tem algumas roupas suas guardadas... – Digo e ela se levanta indo até o armário para procurar.
— Nossa, o meu pijama tá aqui... Quase morri procurando por ele lá em casa... – Dou risada disso e depois de pegar uma toalha, ela vai para o banheiro fechando a porta.
Após alguns minutos, ela sai vestindo seu pijama rosa de corações com um ursinho estampado no meio, deixo o livro sobre a culinária francesa que eu havia comprado há pouco tempo de lado na mesa da cabeceira, e a observo deixar suas roupas dobradas em uma cadeira do meu quarto:
— Vou deixar aqui, se você não se importa, é apenas para não esquecer amanhã quando eu for embora... – Sorrio, aquele pijama fica muito engraçado nela.
— E quem disse que você vai embora? – Digo de forma convencida, ainda sorrindo.
— Bom, eu estou dizendo, sei que você me quer por perto Sanji... Mas tenho obrigações, não posso simplesmente largar elas... – Ela se aproxima da cama, perto de onde estava sentado.
— Certo, então eu vou com você para sua casa... – Mais uma vez uso minha tática especial, meu olhar implorando por ela, mas é tão real... Não quero deixá-la ir outra vez...
— Você não desiste mesmo, não é?
— Você sabe que não, porque eu sou louco por você e quero estar perto sempre, meu amor... – Pego sua mão e deixo um beijo, quando termino, continuo a suplicar pelo seu toque, cheiro e gosto mais uma vez.
— Tudo bem, eu também quero. — Ela avança rapidamente subindo em meu colo, iniciando mais um beijo apaixonado e necessitado.
Minhas mãos percorrem seu corpo querendo sentir cada centímetro dele outra vez, não consigo aguentar sentindo seu peso em meu colo assim, ela sabe e por isso começa a rebolar lentamente em meu colo enquanto aprofunda mais o beijo. Nos separamos depois de um longo tempo pela falta de fôlego, não conseguia disfarçar minha ereção, apertava firme sua bunda ajudando a se esfregar mais em mim.
— Estive com saudades de sentir você excitado por mim, amor... – Ela diz em meio a suspiros. — Você quer mais? Posso te dar mais... – Sinto suas mãos levarem as minhas para debaixo de sua blusa até seus peitos, tão macios e quentes...
— Você é malvada... Me deixando maluco por você assim... – Aperto eles várias vezes com vontade, deixando um gemido baixinho escapar. — Eu quero mais... Posso ter, princesa? – Estava implorando, eu preciso sentir eles em minha boca outra vez.
— Claro que sim, meu amor, tudo por você... – Sua voz sussurra em meu ouvido de forma provocante, ela se afasta e tira a camisa que usava, deixando seus peitos totalmente expostos para mim.
Levo um deles a minha boca para chupar, sinto o bico de seu seio com minha língua e ouço um gemido dela escapar, sabia que gostava quando chupava assim, sinto seus dedos entre meus cabelos, acariciando e me empurrando para mais, faço como ela quer e continuo meus movimentos com a língua, sentindo seu bico endurecer de excitação, o que me dá mais prazer em continuar, a todo momento eu a olhava para mostrar o quão necessitado estava de sentir seu corpo assim, todo entregue a mim, seus gemidos manhosos me excitavam cada vez mais, eu queria mais...
Termino de chupar e vou para o outro fazer o mesmo, ela sorriu de prazer quando notou o estado em que estava seu peito, todo úmido pela minha saliva; continuo chupar com o mesmo objetivo, quero admirar os dois marcados por mim, mostrar que tenho eles outra vez.
Deixo um gemido escapar enquanto pensava nisso, podia sentir a mão dela em minha nuca novamente me empurrando querendo mais.
— Você é tão bom nisso, meu amor... Eu adoro ver esse rostinho lindo chupando meu peito assim... – Ela diz entre gemidos que não conseguia conter.
Podia sentir o gosto dele em minha boca, estava me esquecendo que é doce exatamente como seu beijo; sentia seu outro bico com minha língua, também endurecendo de excitação, chupo mais, se eu pudesse colocaria seu seio inteiro em minha boca, estava salivando muito pensando nisso, quando termino, percebo que está mais molhado que o outro, aperto os dois e aprecio o que havia feito com um sorriso. Ela me olha enquanto isso:
— Bom menino... Você sentia falta de chupar eles assim, não é? – Sinto seus dedos passearem delicadamente em minhas bochechas, quero ter esse toque em mim para sempre.
— Sim... Sentia demais... – Respondo, ainda os apertando em minhas mãos, totalmente distraído pela visão deles úmidos pela minha saliva.
Suas mãos se deleitavam em meu rosto, pareciam querer guardar todos os detalhes e sentidos, percebo ela bocejar cansada lutando contra o sono, pego seu corpo em meus braços, ajudo a vestir sua camisa novamente e a repouso delicadamente na cama, deixando um beijo em sua testa.
— Descanse, princesa... Você merece depois de tudo... – Falo baixinho enquanto sorria carinhosamente a ela, cobrindo seu corpo com a coberta.
Me levanto para vestir algo confortável antes de dormir, abro o armário para procurar e avisto o pijama azul que fui presenteado para usar em conjunto com ela, deixo um sorriso escapar e o pego para vestir. Assim que termino, volto para a cama e afasto as cobertas para me deitar ao seu lado, percebo que ela acorda um pouco e se aproxima mais para se aconchegar em meu peito; não pude deixar de me sentir muito feliz e aliviado por finalmente tê-la comigo outra vez, talvez eu ainda esteja sonhando, mas enquanto eu não acordar naquela mesa sozinho, bêbado e melancólico, prefiro ficar aqui, segurando seu corpo firme contra o meu, tendo a certeza de que nunca mais irá embora...
Olá queridos leitores, tudo bem? Eu espero que sim.
Dedicarei esse primeiro post apenas para me apresentar brevemente e explicar do que se tratam as “Narrativas do Sanji” que irei postar por aqui também.
Primeiramente, meu nome é Isadora, atualmente tenho 21 anos e estou cursando Letras para seguir meu sonho de me tornar escritora, gosto de escrever desde a minha adolescência, na verdade, escrevia muitas ‘fanfics’ nessa época e acredito que isso me despertou essa paixão pela escrita, principalmente romances, todas as narrativas e histórias que escrevi e ainda escrevo são assim, inclusive essas que postarei do Sanji.
“Narrativas do Sanji” são ‘mini histórias’ que quase sempre me pego imaginando algumas vezes e penso: “Por que não escrever?”, e então começo a fazer sempre prezando pela melhor escrita, visto que sempre fui muito perfeccionista quanto a isso, mesmo quando é algo só para eu ler.
No momento tenho apenas uma já escrita e que postarei em seguida a esse quadro de avisos, espero que gostem, fiz com muito amor e carinho; era para ser algo apenas para eu ler, mas por insistência de um amigo acabei cedendo e estou aqui postando. Ainda não tenho uma frequência certa de quando vou escrever e postar, mas tenho várias ideias já montadas e uma delas quase finalizada.
Mais alguns avisos: A maioria das narrativas terão descrições explícitas com ele, tentarei ao máximo não colocar um nome, tipo “S/N” ou algo parecido, pois acredito que isso estraga a experiência, por mais que eu já tenha lido e até aceite de certa forma não quero que as minhas sejam assim, estou fazendo isso para praticar minha escrita durante minha jornada para me tornar escritora, então para mim isso é uma forma de melhorar a cada dia.
Enfim, acredito que já esteja boa essa pequena apresentação, realmente espero que gostem das “historinhas” do Sanji, como já expliquei, escrevo de forma bem especial, pensando sempre no que as pessoas gostariam de ler sobre ele, claro que não vou acertar tudo sempre, então estarei aberta a sugestões nos comentários, não prometo nada para logo, pois faço faculdade e também trabalho, mas quando o fizer marcarei de quem foi a sugestão com certeza.
Beijinhos da escritora, até a próxima!
– Isa ♡
